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PSD: Saída sem cautelar “é momento de julgamento do PS”

Vice-presidente do PSD congratulou a decisão da saída limpa do programa de assistência financeira. “Essa saída limpa é resultado do trabalho e do esforço dos portugueses”, afirmou.

Negócios 04 de Maio de 2014 às 21:02
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José de Matos Correia, vice-presidente do PSD, congratulou-se com a decisão do primeiro-ministro quanto à saída da troika sem o recurso a um programa cautelar. E aproveitou a ocasião para atacar o principal partido da oposição ao afirmar que a saída sem cautelar “é momento de julgamento do PS”.

 

Temos de nos congratular porque “esta saída limpa é resultado do trabalho e esforço dos portugueses”. É tempo de “homenagem aos portugueses”. “Os que desvalorizam [a formas de saída] estão a desvalorizar o esforço dos portugueses e a pôr em causa os sacrifícios” dos últimos anos, disse Matos Correia.

 

Esta “decisão [de saída] sem cautelar é momento de julgamento do Partido Socialista pelo constante braço de ferro que tem feito com Portugal e os portugueses”, acrescentou o responsável. O “PS queria que o programa falhasse. Os portugueses demonstraram que com esforço era possível fazer o que foi feito”. E o caminho escolhido “foi o certo”.

 

“Deste período [em que o País esteve sob assistência financeira externa] é importante retirar a ideia de que se trata de um julgamento do PS do passado e presente”, disse o vice-presidente do PSD. E lembrou José de Matos Correia: “Foi o PS que nos levou à bancarrota”.

 

“Futuro mais risonho”

 

Este é, segundo o vice-presidente do PSD, o “momento de olhar em frente com responsabilidade e esperança”. “Congratulamo-nos com o compromisso do primeiro-ministro de que dará atenção ao crescimento e ao emprego”, acrescentou depois de dizer que é hora dar uma “palavra aos mais atingidos”.

 

A “política seguida permitiu que se registassem resultados notáveis”, destacando a queda dos juros da dívida mas também o regresso ao crescimento económico. “Agora haverá um olhar especial para os que forma mais castigados”, disse. Para estes, diz Matos Correia, “o futuro é mais risonho”.

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