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Passos Coelho: Portugal não tem intenção de "nacionalizar os bancos"

O primeiro-ministro português garantiu que o Governo não tem intenção de nacionalizar os bancos mas que caso isso venha a acontecer será "um accionista silencioso".

Lusa | Ana Luísa Marques anamarques@negocios.pt 23 de Outubro de 2011 às 16:30
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"Portugal não tem intenção de nacionalizar os bancos", afirmou Pedro Passos Coelho no final da cimeira europeia dos 27.

Ainda assim, o primeiro-ministro adiantou que no caso de isso acontecer, ou seja se os bancos decidirem recorrer ao fundo de resgate de 12 mil milhões de euros, o Estado será um "accionista silencioso".

Passos Coelho acredita que, caso seja necessário, este pacote de ajuda é suficiente para recapitalizar os bancos portugueses.

Quanto ao plano de recapitalização da banca europeia, debatido esta tarde pelos líderes europeus, o primeiro-ministro referiu apenas que este ainda não está encerrado.

Recorde-se que Angela Merkel afirmou no final do encontro que já existe um acordo geral, não tendo adiantado, no entanto, quaisquer detalhes.

O primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, esclareceu que Portugal "não apresentou reservas" quanto ao plano para a recapitalização dos bancos, tendo até dado um "contributo bastante positivo" para a fórmula acordada em Bruxelas.

"Portugal teve até um contributo bastante positivo para ajudar a determinar o melhor método para estabelecer as necessidade de recapitalização que podem decorrer das decisões que viermos a tomar", disse o primeiro-ministro.

O chefe de Governo sublinhou que ficou "claro" nas discussões em Bruxelas que "a necessidade de recapitalização não é um sinal de fraqueza dos bancos portugueses", mas um problema de toda a Zona Euro.



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