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Passos defende que Portugal já inverteu situação em que estava antes de pedir ajuda externa

Primeiro-ministro voltou hoje a ser recebido com protestos e reafirmou que o país vai conseguir atingir as metas a que se comprometeu.

Negócios negocios@negocios.pt 16 de Julho de 2012 às 13:33
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O primeiro-ministro mostra-se convicto de que Portugal já conseguiu inverter a situação em que se encontrava antes de pedir ajuda externa. Pedro Passos Coelho defende que diversos indicadores apontam nesse sentido.

Pedro Passos Coelho defendeu hoje que a economia portuguesa está a merecer cada vez mais confiança do exterior porque Portugal aprendeu a viver com aquilo que tem. Considerou que as exportações estão a crescer e reafirmou que o país vai conseguir atingir as metas a que se comprometeu, num evento em Borba onde voltou a ser recebido com protestos.

“Vários indicadores apontam com relativo sucesso para o caminho que vimos percorrendo”, disse Passos Coelho citado pela RTP, acrescentando que “a expectativa do Banco de Portugal é de que durante o ano presente tenhamos necessidade de financiamento externo, isto é, de mais dinheiro para que a nossa economia possa funcionar, de cerca de 1% a 1,5%”.

“Para quem há um ano atrás esteve a dois passos da bancarrota, conseguimos em pouco mais de um ano reduzir significativamente as nossas necessidades adicionais de financiamento da economia”, remata o chefe do governo.

O chefe do executivo falava na abertura de um congresso internacional dedicado à pedra natural, em Borba, onde foi recebido por protestos de mais de uma centena de pessoas contra as medidas do Governo, que empunhavam cartazes e gritavam palavras de ordem.



"O FMI não manda aqui", "Os salários a baixar e os lucros a aumentar" e "Com Passos a mandar, o país vai-se afundar" foram algumas das frases entoadas pelos manifestantes, de acordo com a Lusa.

Os protestos foram organizados pela União dos Sindicatos do Distrito de Évora (USDE), afeta à CGTP.








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