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Passos: “Estou confiante” que o País vai terminar o ajustamento com sucesso (act)

Primeiro-ministro sublinha que Portugal tem atingido bons resultados no processo de ajustamento e acredita que este vai ser concluído com sucesso.

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Ana Laranjeiro alaranjeiro@negocios.pt 16 de Janeiro de 2013 às 18:32
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No encerramento da conferência “Pensar o Futuro”, em Lisboa, Passos Coelho mostrou-se confiante de que Portugal vai terminar o programa de ajustamento com sucesso e que o período pós-troika tem de começar a ser preparado desde já. “Estou confiante que o País se está a encaminhar a bom ritmo na conclusão bem sucedida do programa [de ajustamento]”.

 

O governante considera que, quando Portugal terminar o programa de assistência financeira, vai começar “uma nova fase” e que esta "deve ser preparada desde já”. Sendo também “nessa óptica que deve ser analisada a reforma do Estado”.

 

Para o chefe de Governo na “primeira metade de 2013” completa-se “o segundo ano de ajustamento” e começa“a preparar-se a inversão” da recessão do País. “Esta inversão deverá ficar marcada pela confiança no programa de assistência financeira e pelo regresso ao financiamento regular no mercado", acrescentou.

 

Neste âmbito, o primeiro-ministro recordou ainda que Portugal realizou uma emissão de bilhetes do Tesouro esta quarta-feira, que caracterizou como tendo alcançado “resultados fantásticos” comparando mesmo “com as emissões que tinham sido realizadas antes da crise financeira ter rebentado em 2011”.

 

Passos Coelho apontou ainda que, quando se vê as taxas de juro cobradas quer em mercado primário quer em mercado secundário, assim como, o investimento externo captado pelas privatizações, “é inegável que existe um crescendo de confiança dos agentes de mercado em relação a Portugal”.

 

Quando, em 2011, Portugal teve de pedir ajuda financeira, o País enfrentava um estado de “emergência social”. Estado esse que “estivemos e ainda estamos a responder”. “De um modo geral, os resultados que vamos conquistando têm sido considerados positivos pelos nossos parceiros”, o que tem “sido patente nas avaliações da troika” e “na forma como os mercados” vêem Portugal.

 

Ainda assim, nesta “nova fase” o País “continuará a precisar de manter políticas” de rigidez orçamental apesar de estar já fora do âmbito do programa de ajustamento.

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