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Clima: China compromete-se a reduzir emissões poluentes no sector energético em 60% em 2020

Com os olhos postos em 2020, a China compromete-se a reduzir as emissões poluentes no sector energético e a diminuir as emissões de dióxido de carbono nas centrais energéticas a carvão. Ao mesmo tempo, em Paris prosseguem as negociações para um novo acordo climático.

Inês F. Alves inesalves@negocios.pt 02 de Dezembro de 2015 às 15:51
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Dois dias depois do início da Cimeira do Clima, o Governo chinês anunciou que pretende reduzir as emissões de gases poluentes em 60% no sector energético em 2020. Este anúncio acontece enquanto decorrem em Paris as negociações para um novo acordo climático que visa limitar o aquecimento global.

Além de reduzir as emissões poluentes no sector energético em 60% em 2020, o país pretende também diminuir as suas emissões de dióxido de carbono (CO2) geradas pelas centrais energéticas a carvão em 180 milhões de toneladas em 2020, escreve a Reuters.

Em Paris, Christiana Figueres, líder do secretariado para as alterações climáticas das Nações Unidas, disse à Reuters que ainda não havia tido a oportunidade de ver este anúncio, mas relacionou-o com as expectativas de que o uso de carvão na China atinja um pico no final da década.

O presidente chinês Xi Jinping salientou no discurso de abertura da Conferencia do Clima em Paris que "é imperativo respeitar as diferenças entre países, especialmente nos países em desenvolvimento" e que o combate às alterações climáticas não deve ir "contra a necessidade dos países de combater a pobreza e melhorar o nível de vida das suas populações".

A Cimeira do Clima em Paris (COP21) começou a 30 de Novembro e prolonga-se até 11 de Dezembro. Os 195 países aqui representados vão negociar um novo acordo climático, que visa limitar o aumento da temperatura e combater as alterações climáticas. 


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