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Combate de incêndios florestais com orçamento superior a 70 milhões

A fase Bravo de combate a incêndios arranca este domingo, com possibilidade de recurso antecipado a aeronaves em caso de necessidade.

Lusa 15 de Maio de 2016 às 09:32
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A fase Bravo de combate a incêndios florestais, a segunda mais crítica, começa este domingo, 15 de Maio, existindo este ano a possibilidade de antecipar em 15 dias a operações dos aviões bombardeiros médios, em caso de necessidade.

Para a fase Bravo, que se prolonga até 30 de junho, vão estar mobilizados cerca de 1.500 equipas compostas por 6.570 operacionais e 1.551 viaturas, segundo o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF) para 2016.

No próximo mês e meio vão estar ainda operacionais 32 meios aéreos e 72 postos de vigia da responsabilidade da GNR.

Os meios aéreos vão estar disponibilizados de forma faseada, estando operacionais, a partir de domingo, seis, que vão aumentando durante o mês de junho até atingirem os 32 a 20 de Junho.

O DECIF deste ano apresenta como novidade a possibilidade de antecipar em 15 dias a operação dos aviões bombardeios médios, podendo estas seis aeronaves integrar o dispositivo nos primeiros dias de Junho caso seja necessário.

Em declarações à agência Lusa, o secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, afirmou que este ano existe essa facilidade, caso seja necessário.

Jorge Gomes disse também que a partir de hoje vão estar integrados no dispositivo três helicópteros Kamov, tendo já sido concluído o processo de manutenção de um deles.

Numa época de incêndios que começa a 15 de Maio e termina a 15 de Outubro, os meios de combate estarão na sua capacidade máxima entre 01 de Julho e 30 de Setembro, a chamada "fase Charlie".

A época mais crítica em incêndios florestais vai este ano contar com um total de 9.708 operacionais, 2.235 equipas, 2.043 viaturas e 47 meios aéreos, um dispositivo idêntico ao de 2015.

Segundo o MAI, o DECIF vai ter este ano um orçamento superior a 70 milhões de euros.
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