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Sócrates saúda regresso da "boa e velha Europa" à liderança ambiental

José Sócrates congratulou-se hoje com o regresso da "boa política" da "boa e velha Europa" à liderança do combate às alterações climáticas, apoiando o estabelecimento de metas para a redução das emissões poluentes e utilização de renováveis.

Negócios com Lusa 08 de Março de 2007 às 15:13
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José Sócrates congratulou-se hoje com o regresso da "boa política" da "boa e velha Europa" à liderança do combate às alterações climáticas, apoiando o estabelecimento de metas para a redução das emissões poluentes e utilização de renováveis.

Trata-se "do regresso à boa política da boa e velha Europa que mostra ao Mundo que é capaz de liderar um dossier tão importante para a economia, para a sociedade e para o ambiente global", disse o primeiro-ministro português, à chegada a Bruxelas onde participa ao fim da tarde na Cimeira da Primavera da União Europeia.

Na reunião de dois dias, os líderes dos 27 deverão aprovar medidas pioneiras de combate às alterações climáticas e lançar as bases de uma política europeia para a Energia.

"Acho que a Comissão Europeia e a Presidência estão de parabéns pelo trabalho feito", sublinhou José Sócrates.

Os líderes europeus são chamados a assumir o "compromisso firme e independente" de alcançar até 2020, pelo menos, uma redução de 20 por cento das emissões de gases com efeito de estufa (responsável pelo aquecimento global do planeta), em relação aos níveis de 1990.

Se os restantes países desenvolvidos se comprometerem a atingir reduções de emissões "comparáveis", os europeus estão mesmo dispostos a ir até uma redução de 30 por cento.

Por outro lado, Portugal apoia o estabelecimento de uma "meta vinculativa" para que, até 2020, 20 por cento da energia consumida na União seja proveniente de "fontes renováveis" (solar, eólica, hidráulica e bio massa).

Uma questão que ainda divide os 27, com Estados-membros, liderados pela França, a pretender uma definição de metas também para energias com baixo teor de carbono, como a nuclear.

"Metas quantitativas nas renováveis, acho muito importante para dar credibilidade a essa posição europeia e a essa liderança europeia", salientou o primeiro-ministro português.

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