Autarquias Ninguém apresentou propostas pelos terrenos da Feira Popular

Ninguém apresentou propostas pelos terrenos da Feira Popular

A câmara de Lisboa não foi bem-sucedida na primeira tentativa para vender os terrenos da Feira Popular. À autarquia não chegou nenhuma proposta. A venda está agora marcada para 3 de Dezembro.
Ninguém apresentou propostas pelos terrenos da Feira Popular
Pedro Catarino/Correio da Manhã
Bruno Simões 19 de outubro de 2015 às 18:51

Os terrenos da Feira Popular, colocados à venda por um preço base de 135,7 milhões de euros, não convenceram nenhum investidor. Os terrenos deveriam ir a hasta pública esta terça-feira, dia 20, mas, até às 13h00 de hoje, não chegou à câmara nenhuma proposta para a compra dos terrenos. O processo entra agora numa "segunda fase" para tentar vender os terrenos num prazo de 45 dias.

A câmara de Lisboa enviou ao final da tarde um comunicado em que explica que "terminou hoje às 13 horas o prazo fixado no procedimento de hasta pública para venda dos terrenos da antiga Feira Popular", sem que "tenha sido recebida pelo município de Lisboa qualquer proposta".

Agora, o júri da hasta pública "determinou que se avance imediatamente com a publicação de novos anúncios, para que, no prazo de 45 dias, possam ainda ser apresentadas propostas para a aquisição dos terrenos em causa, sem alteração de qualquer uma das condições anteriormente aprovadas pelos órgãos municipais", lê-se no comunicado da autarquia liderada por Fernando Medina.

Esses anúncios vão ser publicados em Boletim Municipal já na próxima quinta-feira, dia 22 de Outubro, e o novo prazo para apresentar propostas termina "às 17 horas do dia 2 de Dezembro", com o "acto público a realizar-se no dia seguinte, 3 de Dezembro", nas instalações da autarquia no Campo Grande.

A venda dos terrenos representaria um importante encaixe financeiro para a autarquia, que preparou o orçamento do próximo ano a contar com essa receita.

A autarquia revelou que foram feitos 10 pedidos de informação sobre a hasta pública, e o Diário Económico avançou que o gigante sueco Ikea e a Fidelidade estariam interessados nos terrenos.




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