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Banco central de Itália revê em baixa perspectiva de crescimento para 2015 de 1,3% para 0,4%

Depois da contracção de 0,4% registada em 2014, o banco central de Itália antecipa que a o PIB transalpino cresça 0,4% este ano, o que representa uma revisão em baixa face às previsões de crescimento de 1,3% que havia sido feita em Julho do ano passado.

22 - Itália
David Santiago dsantiago@negocios.pt 16 de Janeiro de 2015 às 17:25
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Agravam-se as perspectivas económicas para Itália em 2015. O banco central italiano divulgou esta sexta-feira as mais recentes previsões para a evolução da economia transalpina, estimando que o produto interno bruto (PIB) cresça 0,4% em 2015, o que representa uma revisão em baixa face às estimativas de crescimento do produto de 1,3% que tinha sido feita em Julho de 2014.

 

 

Itália terminou 2014 com uma contracção de 0,4% e uma inflação de -0,2%, isto depois de o PIB italiano ter contraído em 11 dos últimos 13 trimestres, tendo sido o espaço temporal que contempla o último trimestre de 2013 e os primeiros três meses de 2014 o único período em que a variação em cadeia do produto não foi negativa. No referido período o PIB transalpino registou um ligeiro crescimento de 0,1%. 

 

Todavia, segundo a mais recente leitura da autoridade monetária transalpina, o banco central acredita que a economia italiana inicie uma ligeira recuperação económica já na primeira metade de 2015. No entanto, um crescimento mais significativo do PIB de Itália só deverá acontecer em 2016, ano em que a economia italiana deverá avançar 1,2%, prevê o banco central segundo escreve o La Repubblica.

 

O Banco de Itália antecipa que "a actividade económica beneficie da queda do preço do petróleo, da desvalorização do euro e das medidas de redução da carga fiscal". Já os riscos para a recuperação da economia italiana poderão resultar, segundo a autoridade monetária, "do agravamento das tensões internacionais e do enfraquecimento das economias emergentes".

 

Ainda de acordo com a citação feita pelo jornal la Repubblica, o banco central transalpino acredita que se o também italiano Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu (BCE), adoptar políticas mais agressivas de estímulo económico, tal poderá apoiar a economia da Zona Euro e da Itália.

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