Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Goldman Sachs antecipa que marasmo nos mercados emergentes chegou ao fim

O banco norte-americano considera que o período de adormecimento das economias emergentes está próximo de chegar ao fim, com 2016 a poder representar o regresso ao crescimento de vários países em desenvolvimento.

52º Rússia - Pontuação 35,1
Negócios 20 de Novembro de 2015 às 12:28
  • Assine já 1€/1 mês
  • 1
  • ...

Numa nota divulgada na passada quinta-feira, o Goldman Sachs antecipa que depois de três anos de marasmo para as economias emergentes, a retoma poderá chegar já em 2016. De acordo com Kamakshya Trivedi, analista do Goldman, "2016 poderá ser o ano em que, depois dos activos dos mercados emergentes terem batido no fundo, reencontram o pé". 

 

Ou seja, este analista acredita que os países em desenvolvimento vão beneficiar do regresso ao crescimento e da desvalorização cambial para fazerem face aos seus desequilíbrios económicos.

 

Assim, o banco norte-americano estima que os países em desenvolvimento cresçam 4,9% em 2016 depois de um avanço de 4,4% que antecipa para este ano. O que a verificar-se representará o primeiro acelerar do crescimento económico desde 2010.

 

O Goldman refere ainda que enquanto países como a África do Sul, a Malásia, a Turquia ou a Colômbia precisam ainda de enfrentar os seus desequilíbrios económicos, outros países como a Rússia, a Polónia e a Índia apresentam já melhorias importantes nos seus activos. Em termos de valor, as divisas dos mercados emergentes já não são consideradas "caras" pelo Goldman.

 

Ainda assim, o Goldman Sachs aponta para uma "significativa depreciação" do yuan como o maior risco para a economia global, designadamente dos países em desenvolvimento. 

Ver comentários
Saber mais Goldman Sachs Mercados Emergentes Kamakshya Trivedi África do Sul Malásia Turquia Colômbia Rússia Polónia Índia
Outras Notícias