Conjuntura Marques Guedes: Há “sinais positivos” na economia mas é preciso “prudência”

Marques Guedes: Há “sinais positivos” na economia mas é preciso “prudência”

Com “prudência”. É desta forma que o Governo reage aos números da economia no segundo trimestre do ano. Luís Marques Guedes alerta: “É preciso continuar a trabalhar para que os resultados se consolidem e ganhem consistência.”
Marques Guedes: Há “sinais positivos” na economia mas é preciso “prudência”
Sara Antunes 14 de agosto de 2013 às 14:19

A economia nacional cresceu 1,1% no segundo trimestre do ano, o que corresponde a uma interrupção da recessão económica e ao melhor número entre os países da União Europeia.

 

O ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares realçou os “vários sinais” positivos que têm sido demonstrados pelos dados económicos referentes, por exemplo, ao desemprego. “Os dados do INE vão na mesma linha e consolidam a ideia de que o caminho e o programa de ajustamento tem sentido, faz sentido e dá sentido aos esforços” dos portugueses.

 

“Portugal conseguiu o melhor resultado” entre parceiros europeus, “mas é preciso olhar para isto com prudência. Tratam-se de sinais que demonstram que faz sentido o caminho que tem sido percorrido. É preciso continuar a trabalhar para que os resultados se consolidem e ganhem consistência e que 2014 possa ser de estabilização”, salientou o responsável durante a conferência de imprensa que se seguiu à reunião do Conselho de Ministros, esta semana liderada por Paulo Portas.

 

Portugal continua dentro de um programa de ajustamento, sendo que “a necessidade de rigor e esforço vai além do programa”, uma vez que, “mesmo depois da saída da troika, o país, para não voltar a ter uma situação destas, terá de ter assente o seu crescimento em bases mais sólidas, o que vaio exigir rigor”, salientou.

 

“Não vale a pena começarmos a achar que o esforço foi todo desenvolvido e que podemos entrar numa lógica de menor rigor em relação às despesas do Estado. Essas exigências vão-se manter”, ainda que “estes resultados sejam positivos e dêem sentido aos esforços” que têm sido feitos pelas famílias e empresas. “É fundamental continuar a trabalhar e não abrandar a consolidação orçamental”, acrescentou.




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