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Grande Lisboa deverá manter restrições, mesmo sem calamidade  

O Governo deverá retirar as 19 freguesias da situação de calamidade, mantendo restrições mais apertadas do que no resto do país, como acontece na Grande Lisboa.

O estudo encomendado pela Gulbenkian pretende deixar pistas e lançar a discussão sobre a necessidade de rever as políticas públicas na área da habitação.
Alexandre Azevedo
Negócios jng@negocios.pt 25 de Julho de 2020 às 11:00
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O Governo deverá rever na próxima semana o estado de calamidade na região da Grande Lisboa. De acordo com o semanário Expresso, a região deverá, contudo, manter restrições "indispensáveis", num momento em que continua a dominar os novos casos de infeção.

A "generalidade das medidas em vigor são para manter", assegura fonte do Executivo socialista ao Expresso, que avança que nem autarcas nem o governo querem correr riscos desnecessários, mantendo por isso regras mais apertadas nesta região.

Dezanove freguesias dos concelhos de Lisboa, Sintra, Amadora, Odivelas e Loures, com maior incidência de novos casos de covid-19, estão desde 01 de julho numa situação de calamidade, com regras mais restritivas, em sentido contrário à generalidade do país. 

Apesar de uma evolução positiva nos últimos dias, a região de Lisboa e Vale do Tejo continua a representar cerca de 80% dos novos contágios e, à exceção de Odivelas, os números de novas infeções continuam ligeiramente superiores aos registados na primeira semana de julho.

Segundo o Expresso, o mais certo é que estas freguesias venham a conhecer o mesmo nível de alerta aplicado ao resto da Área Metropolitana (situação de contingência), aplicando-se na região medidas mais apertadas do que no resto do país.

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