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Reino Unido sob pressão para implementar "mini-confinamento"

Este confinamento teria a duração de três semanas e não envolveria escolas.

Boris Johnson começou por desvalorizar o perigo do novo coronavírus, mas mudou de discurso depois de ter sido infetado. O residente no número 10 de Downing Street foi internado de urgência num hospital a 6 de Abril com a vida em perigo e sobreviveu graças à diligência do pessoal médico, como foi exemplo o enfermeiro português Luís Pitarma.
Neil Hall
Negócios jng@negocios.pt 14 de Outubro de 2020 às 12:05
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A oposição ao governo britânico está a incentivar a imposição de um confinamento curto mas exigente, de forma a "quebrar o circuito" de propagação do novo coronavírus, escreve a CNBC.

O líder da oposição, Keir Starmer, tem consultado vários cientistas num contexto em que as infeções por coronavírus estão a disparar no país. A 4 de outubro foi atingido um pico de quase 23.000 novos casos, uma contabilização que esta quarta-feira está na casa dos 17.000.

Starmer acusou o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, de ignorar os conselhos de especialistas, depois de ter sido divulgado na terça-feira que o governo já teria recebido pareceres de vários cientistas a defenderem um "mini confinamento nacional".

Este confinamento teria a duração de três semanas e não envolveria escolas. Contudo, as viagens seriam reduzidas ao essencial e o trabalho remoto a opção preferencial semrpe que possível. Os pubs, bares e restaurantes teriam mesmo de fechar por duas ou três semanas.

A sugestão de confinamento chega como medida alternativa ao sistema de alerta que acaba de ser implementado esta segunda-feira, e que o partido Trabalhista considera que não está a funcionar. Este sistema quer identificar o nível de risco em várias áreas do Reino Unido.

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