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Eurogrupo: Trabalhos interrompidos por uma hora para realização de cálculos

O encontro do Eurogrupo, que se realiza esta segunda-feira, foi interrompido por uma hora para que os técnicos das finanças de cada Estado-membro possam realizar alguns cálculos.

Ana Laranjeiro alaranjeiro@negocios.pt 26 de Novembro de 2012 às 16:13
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O Eurogrupo (encontro dos ministros das Finanças da Zona Euro) voltou a reunir-se esta segunda-feira com a Grécia como tema central. Contudo, e de acordo com um funcionário comunitário, citado pela Bloomberg, os trabalhos estão por esta altura interrompidos por uma hora para que os técnicos das finanças de cada Estado-membro possam fazer cálculos adicionais.

Esta é a terceira semana consecutiva que os ministros das Finanças da Zona Euro reúnem-se para debater a situação helénica. Na última terça-feira, dia 20, o encontro durou cerca de 11 horas, tendo terminado sem um entendimento. Em causa está o desembolso de uma tranche de mais de 31 mil milhões de euros que a Grécia precisa para honrar os seus compromissos.

Para que esta verba seja libertada, os ministros das Finanças do euro têm encontrar um caminho para reduzir a dívida pública grega. Segundo a imprensa germânica deste domingo, um dos caminhos que pode estar a ser estudado é perdão parcial da dívida, desta feita que abrange-se os credores institucionais. A imprensa alemã de ontem relatava mesmo que esta hipótese está a ser estudado por FMI,BCEe vários países credores, podendo ser concretizado em 2015.

Esta manhã, quer o comissário europeu para os assuntos Económicos e Monetário, Olli Rehn, quer o ministro das Finanças da França, Pierre Moscovici, asseguraram que um acordo que colocasse fim a este impasse em relação à situação helénica estaria bastante próximo.

“Quero encorajar todos os membros da Zona Euro e o Fundo Monetário Internacional a ir até às últimas, de forma a chegar a um acordo. Na verdade, ir até ao último centímetro, porque já estamos muito próximos de um acordo", afirmou Olli Rehn aos jornalistas, citado pela agência norte-americana.

Por seu turno, Moscovici, sinalizou que "o acordo está praticamente finalizado" isto porque, revelou, "temos 85% do acordo que é possível neste momento”. “Se todos forem razoáveis, podemos atingi-lo de forma rápida o suficiente", frisou ainda.

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