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O dia num minuto: A França está em guerra. Costa reuniu-se com banqueiros e os sinais de Cavaco

França declarou guerra ao Estado Islâmico. António Costa reuniu-se com banqueiros e Cavaco Silva lembrou, na Madeira, que já esteve cinco meses num Governo de gestão. Terá sido um sinal do Presidente da República?

Negócios jng@negocios.pt 16 de Novembro de 2015 às 20:00
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"A França está em guerra". O presidente francês, François Hollande, prometeu esta segunda-feira que a França utilizará "toda a força no combate a estes terroristas". Num discurso previsivelmente marcado pela consternação, Hollande elogiou os valores da República francesa, um "país de liberdade", e prometeu uma resposta aos jihadistas do autoproclamado Estado Islâmico lembrando que "a democracia francesa já venceu adversários mais difíceis". Para Hollande a situação é grave e o diagnóstico imediato: "A França está em guerra". Reiterando que "o que aconteceu na sexta-feira é um acto de guerra e uma agressão contra o nosso país e os nossos valores", o chefe de Estado francês prometeu recorrer "a toda a força no combate a estes terroristas".

EUA trocam mais informação com a França. O presidente norte-americano, Barack Obama, anunciou esta segunda-feira um reforço da troca de dados entre os serviços de informações do seu país e os de França na sequência dos atentados de sexta-feira em Paris, que causaram 129 mortos. "Anunciamos hoje um novo acordo. Reforçamos as práticas através das quais partilhamos as informações secretas e militares operacionais com a França", declarou Obama à imprensa no final da cimeira do G20, que integra os países mais desenvolvidos e emergentes, na estância balnear turca de Antalya. 

Costa esteve reunido com banqueiros. O líder do PS reuniu-se esta segunda-feira com os presidentes dos principais bancos portugueses, avançou o Diário Económico. O encontro decorreu durante um almoço no Hotel Ritz, em Lisboa, e serviu para António Costa ficar a par dos principais desafios de curto e médio prazo que se colocam ao sector financeiro, bem como conhecer a situação financeira das grandes instituições, confirmou o Negócios. Ao que o Negócios apurou, a reunião conjunta com os vários banqueiros acontece depois de terem sido promovidas conversas informais entre os presidentes de alguns dos maiores bancos do país com António Costa. No almoço desta segunda-feira, marcaram presença José de Matos, presidente da CGD; Nuno Amado, do BCP; Eduardo Stock da Cunha, do Novo Banco; Fernando Ulrich, do BPI, além de José Carlos Sítima, administrador do Santander e próximo de António Costa.

Cavaco lembra que esteve cinco meses em gestão. O Presidente da República recordou esta segunda-feira,  em declarações aos jornalistas, na Ribeira Brava, na Madeira, que enquanto primeiro-ministro esteve cinco meses em gestão e aconselhou a que se verifique o que aconteceu nos dois casos de crises políticas anteriores, em 1987 e 2011. Questionado se não considera urgente que decida sobre a crise política, o chefe de Estado recomendou que se verifique o que aconteceu em casos anteriores: "vá ver nos dois casos de crises anteriores que aconteceram - [um foi em 1987 e outro em 2011] - quantos dias esteve o Governo em gestão, o que é que fez o Presidente da República de então e quais foram as medidas importantes que esse Governo de gestão teve que tomar".


Marriot vai comprar a Starwood.
As cadeias de hotéis norte-americanas Marriott e Starwood anunciaram uma fusão, com o grupo Marriott a comprar a Starwood por 12,2 mil milhões de dólares (11,3 mil milhões de euros), ou seja, dois dólares por acção, anunciaram esta segunda-feira, 16 de Novembro, as empresas hoteleiras. De acordo com a Bloomberg, também o grupo hoteleiro Hyatt estava interessado na compra da Starwood Hotels, cujo grupo inclui hotéis como o Westin, o The W e o Sheraton, mas foi ultrapassado pelo Marriott. Com a compra do Starwood Hotels, o Marriott vai operar um total de 5.500 hotéis com capacidade para 1,1 milhões de quartos em todo o mundo.

Mais impostos em vez de cortes nas pensões. Entre aumentar as contribuições sociais e cortar pensões, os portugueses favorecem a primeira opção, conclui um estudo da McKinsey. Segundo o inquérito feito em Portugal a duas mil pessoas com mais de 18 anos, esta escolha mantém-se mesmo entre a população que ainda está a trabalhar. O debate é bastante actual em Portugal. O estudo intitula-se "Portugal: Escolhas para o Futuro". Os seus resultados foram apresentados na semana passada ao Presidente da República e divulgados publicamente esta segunda-feira, numa conferência com Durão Barroso, Joaquín Almunia (ex-Comissário Europeu) e Herman van Rompuy (ex-presidente do Conselho Europeu).


Juros da dívida baixam. Os juros da dívida portuguesa desceram esta segunda-feira, 16 de Novembro, depois de a DBRS ter mantido o "rating" para Portugal na passada sexta-feira. A "yield" associada à dívida a dois anos caiu 6,0 pontos base para 0,159%, enquanto os juros das obrigações a dez anos aliviaram 7,7 pontos base para 2,678%. Contudo, a "yield" chegou a negociar em 2,660%, o valor mais baixo desde 6 de Novembro. Como a queda das "yields" na Alemanha foi menos acentuada do que em Portugal – os juros associados às obrigações germânicas a dez anos desceram 2,8 pontos base para 0,530% - a percepção de risco de Portugal também desceu.  

Portugueses vão gastar menos no Natal. Uma verba de 143 euros em presentes, outros 118 euros em alimentação e bebidas e 54 euros em socialização – um total de 315 euros por lar é o que as famílias portuguesas prevêem gastar a celebrar o Natal de 2015, segundo as conclusões do Estudo de Natal 2015 da Deloitte. A confirmar-se as expectativas reveladas no inquérito da consultora, o valor global representará "menos 5,6% face ao ano anterior", o que a Deloitte conclui ser a demonstração de "elevada prudência na alocação" do orçamento das famílias portuguesas "para a quadra natalícia".

Negócios num Minuto. Já são conhecidas as necessidades de capital do Novo Banco, por causa dos testes de stress. Diogo Cavaleiro, jornalista do Negócios, explica o que tem a instituição de financeira de fazer.

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