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A avaliação aos ministros de Costa. Quem tem as melhores notas?

Conheça as notas que o Negócios atribuiu a 12 ministros do Governo de António Costa.

José Vieira da Silva

José Vieira da Silva
Governante experiente, Vieira da Silva manteve sempre grande peso político no Governo e respeito entre os principais agentes do setor. Procurou prosseguir o programa, mas deixou medidas pelo caminho.

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Matos Fernandes

Matos Fernandes
Quatro anos volvidos, tem uma boa folha de serviço para exibir. Costa gostou, deu-lhe a pasta da Energia e pelo caminho convenceu-o a inscrever-se no PS. É respeitado nos setores que tutela e comunica com facilidade. Esta avaliação considera só o seu desempenho nas pastas com que termina a legislatura.

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Tiago Brandão Rodrigues

Tiago Brandão Rodrigues
Sem peso relevante à mesa do Conselho de Ministros e escondido no plano mediático, Tiago Brandão Rodrigues contou sempre com a proteção do primeiro-ministro. Operou algumas mudanças concretas nas escolas, sem deixar um legado forte. Chega ao final do mandato menos ferido do que os antecessores no cargo. 

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Ana Paula Vitorino

Ana Paula Vitorino
O seu mandato ficou marcado por vários desaires, como o atraso no investimento nos portos ou o terminal do Barreiro. Ajudou à valorização da economia do mar, mas não deixa uma marca relevante.

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Mário Centeno

Mário Centeno
Ao longo do mandato, Centeno conseguiu impor a sua narrativa e fechar o mandato como o principal ministro do Governo de António Costa, apesar das críticas à falta de investimento público. Fez "brilharetes" sucessivos nas contas públicas. O apoio internacional também foi fundamental.

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Francisca Van Dunem

Francisca Van Dunem
Concentrou-se nas grandes linhas do programa de Governo, trabalho feito em algumas áreas, mas várias reformas por fazer. As coisas não correram bem na relação com o setor e, para isso, terá contribuído a falta de peso político dentro do Governo nos braços de ferro com as Finanças.

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Pedro Siza Vieira

Pedro Siza Vieira
Pedro Siza Vieira trouxe maior peso político ao ministério e acelerou alguns dossiês, mas a sua imagem foi afetada por polémicas. Tem a favor o crescimento da economia acima da média europeia. Esta avaliação considera só o seu desempenho na pasta com que termina a legislatura.

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Capoulas Santos

Capoulas Santos
Capoulas Santos destaca-se pelo cumprimento de várias das medidas inscritas no programa eleitoral do PS, mas o principal trabalho, a reforma florestal, deixou a desejar. Entrou em alguns conflitos com os representantes do setor, mas não fugiu ao diálogo. 

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Augusto Santos Silva

Augusto Santos Silva
Cumpriu em grande medida os principais objetivos definidos à partida para o Governo. Se no plano lusófono da CPLP as coisas podiam ter sido melhores, o reforço da posição de Portugal na Europa e a escolha de portugueses para funções de relevo no mundo são vitórias também suas.

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Eduardo Cabrita

Eduardo Cabrita
Com uma longa experiência governativa, teve dificuldade em dar conta do recado, com tantas pastas difíceis em mãos. Não escapa às críticas de vários quadrantes. A avaliação só considera o desempenho na pasta com que termina a legislatura.

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Pedro Nuno Santos

Pedro Nuno Santos
Pedro Nuno Santos teve pouco tempo com a pasta das Infraestruturas, mas a sua entrada deu um novo impulso aos dossiês do ministério. Lidou com várias polémicas, mostrando-se fraco com os fracos e forte com os fortes. Acabou por ser decisivo no conflito com os motoristas. 

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Marta Temido

Marta Temido
Marta Temido foi muito criticada pelos agentes do setor e pelos partidos da oposição. Cumpriu parte do que prometeu há um ano, mas houve dossiês fundamentais em que falhou. Teve, no entanto, pouco tempo para provar o seu valor e inverter problemas que vinham de trás.

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Negócios jng@negocios.pt 28 de Setembro de 2019 às 12:00
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O processo de avaliação de 12 dos 17 ministros de António Costa está concluído, com notas que variam entre o 9 de Centeno e o 4 de Marta Temido.

Subjetiva como é qualquer avaliação, o Negócios assentou a atribuição de notas em quatro critérios concretos, com ponderações previamente definidas: o cumprimento dos objetivos e metas assumidos pelos ministros; a forma como os governantes se relacionaram com os agentes do seu setor; o peso e influência política dentro do governo e junto de António Costa; e o seu desempenho mediático, ou seja a capacidade de passar a sua mensagem, de forma eficaz e de gerar empatia. O trabalho de avaliação foi dificultado em alguns casos pelas mudanças de pastas a meio da legislatura. Os ministros foram avaliados unicamente pelo seu trabalho na pasta com que concluíram a legislatura.

Os quatro critérios considerados na avaliação feita pelo Negócios

Cumprimento dos objetivos
Neste critério, pretendeu-se avaliar o cumprimento dos objetivos e metas assumidos pelos ministros. Não está em causa a justeza destes objetivos;

Relação com o setor
Avaliação da forma como os ministros se relacionaram com os agentes do setor, analisando se houve capacidade diálogo, entendimento e de trabalho conjunto.

Peso político no governo
Aqui mede-se o peso político dentro do governo e a capacidade de influência política junto de António Costa.

Desempenho mediático
O objetivo foi avaliar a capacidade do governante em passar a sua mensagem, de forma eficaz e positiva. Também foi analisada a imagem e a capcidade de gerar empatia.

A classificação dos ministros de 1 a 10
As notas, variam de 1 a 10, estão desagregadas pelos contributos dados por cada um dos quatro critérios considerados na análise

Dos 12 ministros avaliados, só um teve nova negativa: Marta Temido. Brandão Rodrigues e Ana Paula Vitorino ficaram pouco acima da linha de água. Centeno foi o mais bem classificado, seguido por Santos Silva.





Fonte: Negócios

Nota
Ministros sem avaliação

Os ministros da Defesa, da Cultura, da Presidência e da Modernização Administrativa, do Planeamento, e da Ciência e do Ensino Superior não foram avaliados pelo Negócios. A decisão, assumida desde a primeira hora, não resulta de uma desvalorização da importância das pastas, mas tão somente da convicção de que, nestas áreas de governação, o Negócios não dispunha das condições necessárias para fazer uma avaliação com a mesma profundidade que as restantes.
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