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Álvaro Santos Pereira: Acumulação de pastas no Ministério da Economia é o caminho "certo"

O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, afirmou hoje que o ministério que tutela está no caminho "certo", apesar de acumular várias pastas, dando como exemplo Itália e Espanha que estão a seguir o modelo português.

Lusa 18 de Novembro de 2011 às 18:36
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"Este ministério é o certo, é para continuar e a prova disso é que países como a Espanha e a Itália estão a fazer ministérios da economia como nós temos", disse.

Álvaro Santos Pereira falava aos jornalistas em Campo Maior (Portalegre), à margem de uma visita à fábrica Delta Cafés, no âmbito da iniciativa "Empresas à Sexta", uma acção promovida pelo Ministério da Economia.

Questionado pelos jornalistas se considera que o ministério da Economia ao acumular várias pastas está a ficar "ingovernável", Álvaro Santos Pereira recordou que a pasta que tutela está a trabalhar e a "mexer em todas as áreas, em áreas muito profundas".

"Quando eu sair, este ministério vai ficar porque este ministério só em medidas da "troika" até Dezembro de 2011 temos 90, só em transposição de directivas até Março de 2012 temos 35, só em diplomas que vamos apresentar em conselho de ministros até ao final do ano são mais de 100", exemplificou.

O ministro da Economia defendeu ainda que a área das Obras Públicas deve de continuar ao lado da pasta da economia, sublinhando que "não faz sentido" estarem separadas.

"As pessoas que pensam que o ministério da Economia é demasiado grande não conseguem perceber, ou não querem perceber da importância que é ter estas áreas todas juntas com altas sinergias", declarou.

"A resposta a esses comentários é muito simples: estamos a provar todos os dias e iremos provar nos próximos tempos que é com trabalho que se respondem às críticas", sublinhou.

Confrontado com as críticas do presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), António Saraiva, em relação ao trabalho desenvolvido pelo Governo, Álvaro Santos Pereira, sem querer entrar em "querelas", sublinhou que o actual executivo está a fazer a "maior reforma do sector público empresarial das últimas décadas".

O governante adiantou ainda que o executivo está a fazer a "maior reforma" do capital de risco público, a executar uma reforma "muito profunda" ao nível da lei da concorrência e a fazer uma reforma "muitíssimo profunda" ao nível dos licenciamentos.

"Eu acho que as reformas falam por si", concluiu.







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