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Administração Bush diz crescimento económico americano abranda para 3,5% em 2005

A economia norte-americana vai abrandar para 3,5% no próximo ano, gerando uma média de 175 mil postos de trabalho por mês, segundo as estimativas da administração de George W.Bush, presidente dos Estados Unidos da América.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 17 de Dezembro de 2004 às 18:59
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A economia norte-americana vai abrandar para 3,5% no próximo ano, gerando uma média de 175 mil postos de trabalho por mês, segundo as estimativas da administração de George W.Bush, presidente dos Estados Unidos da América.

O Executivo americano prevê que o Produto Interno Bruto norte-americano abrande para 3,5% em 2005, conta o crescimento de 3,9% previsto para este ano. A maior economia do mundo vai crescer 3,4% em 2006 e 3,1% em 2009, acrescenta a mesma fonte.

«A economia parece bastante saudável», disse Greg Mankiw, presidente executivo dos conselheiros de Bush, em entrevista telefónica à Bloomberg.

Os conselheiros do presidente dos Estados Unidos da América estimaram que o número de novos postos de trabalho iria avançar a uma média de 175 mil por mês, no próximo ano, seguindo uma média de subida de 185 mil nos primeiros 11 meses de 2004, o que contribuirá para subir a média de postos de trabalho de 131,3 milhões, este ano, para 133,4 milhões em 2005.

O crescimento contínuo nas contratações vai fazer com que o número de postos de trabalho avance para 142,5 milhões em 2010 e com que a taxa de desemprego baixe para 5,1% em 2005, contra 5,4% no mês passado.

Inflação deve cair de 3,4% este ano para 2% em 2005

A inflação vai permanecer calma com o índice de preços no consumidor a cair para 2% em 2005, de 3,4% este ano, com um queda no preço do petróleo, refere a administração.

O índice de preços no consumidor dos Estados Unidos subiu 0,2% em Novembro, contra o mês anterior, três vezes menos que o verificado em Outubro, devido à desvalorização dos preços do petróleo nos mercados internacionais. Em Outubro, mês de recordes no preço do petróleo, o IPC tinha aumentado 0,6%, devido sobretudo à subida dos preços dos bens energéticos. A inflação de Novembro saiu em linha com o estimado pelos economistas.

Já a inflação, em termos homólogos, está a subir a um rimo anual de 3,7% este ano, valor que compara com os 1,8% registados em Novembro de 2003. Nos 12 meses terminados em Novembro deste ano a inflação regista uma subida de 3,5%. Apesar do aumento em termos homólogos, os dados de Novembro indicam que as pressões inflacionistas nos Estados Unidos estão controladas, o que permite à Reserva Federal continuar a subir os juros a um ritmo moderado.

Prevê-se que a Reserva Federal dos EUA aumente a taxa de juro de referência para 2,5% em Fevereiro na sexta subida consecutiva no espaço de oito meses.

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