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Alemanha amealhará 1,2 mil milhões de euros com taxa bancária

Grandes grupos bancários alemães como o Deutsche Bank e o Commerzbank poderão ter de contribuir com 15% dos seus lucros anuais para a constituição de um novo fundo, orçado em 1,2 mil milhões de euros, que permita enfrentar crises financeiras e evite que o Estado alemãp tenha de ser obrigado a resgatar instituições.

Lúcia Crespo lcrespo@negocios.pt 30 de Junho de 2010 às 10:01
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Grandes grupos bancários alemães como o Deutsche Bank e o Commerzbank poderão ter de contribuir com 15% dos seus lucros anuais para a constituição de um novo fundo, orçado em 1,2 mil milhões de euros, que permita enfrentar crises financeiras e evite que o Estado alemãp tenha de ser obrigado a resgatar instituições.


A taxa bancária está a ser estudada pela Alemanha desde Março com o objectivo de alimentar o fundo de reserva para eventuais crises financeiras. O maior grupo financeiro alemão, o Deutsche Bank, deverá canalizar um montante entre 450 milhões e 500 milhões de euros por ano, segundo cálculos de analistas.


A Alemanha está a tentar criar estruturas para que não tenha de ser o Estado a intervir em situações de crise, como a que se viveu a partir do final de 2008 e que obrigou os governos a resgatarem instituições financeiras para que estas não entrassem em falência e contaminassem o restante sistema.

A iniciativa alemã segue-se à do Reino Unido, que prevê amealhar 2 mil milhões de libras (2,5 mil milhões de euros).

Recorde-se que, durante a cimeira do G20, em Toronto, no Canadá, os 20 países mais ricos e países emergentes do mundo, decidiram que cada Estado iria decidir, individualmente, sobre a criação de uma taxa bancária.

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