Política Ana Catarina Mendes: “Nunca tivemos um ministro das Finanças tão bem aceite pelos portugueses”

Ana Catarina Mendes: “Nunca tivemos um ministro das Finanças tão bem aceite pelos portugueses”

“Gostaria de ver Mário Centeno num próximo Governo PS, diz Ana Catarina Mendes em entrevista ao jornal Público. Para a secretária-geral dos socialistas, o actual ministro das Finanças seria um activo muito importante nas próximas eleições.
Ana Catarina Mendes: “Nunca tivemos um ministro das Finanças tão bem aceite pelos portugueses”
Bruno Colaço
Negócios 02 de abril de 2018 às 09:13

O PS faz uma avaliação "absolutamente positiva" do desempenho de Mário Centeno à frente da pasta das Finanças, e, caso venha a ganhar as eleições, gostaria de contar com ele num próximo Governo. As afirmações são de Ana Catarina Mendes, secretária-geral adjunta dos socialistas, que não acompanha as críticas no seio da geringonça ao ministro das Finanças.

Para a também deputada do PS, Mário Centeno "será um activo muito importante no futuro do PS e nas próximas eleições". Se ele quiser – e se o PS ganhar as eleições, o braço direito de António Costa diz que gostaria de vê-lo num próximo governo PS.

As declarações, em entrevista ao Público e à RR, surgem depois de, na semana passada, o ministro da Saúde ter afirmado no Parlamento que não existe nenhuma corrente anti-Mário Centeno no Conselho de Ministros - "somos todos Centeno", afiançou Adalberto Campos Fernandes, uma declaração sonante que acabaria por marcar o noticiário sobre a sua deslocação à Assembleia da República.

Ana Catarina Mendes é mais entusiasta ainda, dizendo que avalia "de uma forma absolutamente positiva" o desempenho do ministro das Finanças, em quem muitos não acreditaram e que agora chegou a presidente do Eurogrupo. "Nunca tivemos um ministro das Finanças tão bem aceite pelos portugueses", considera.

 

Com ou sem maioria absoluta, PS quer reeditar a geringonça

Na entrevista ao Público e à RR, Ana Catarina Mendes pede que o PS "seja merecedor da confiança dos portugueses", mas não chega a pedir uma maioria absoluta. Seja como for, obtendo ou não mais de metade dos deputados, os socialistas querem repetir uma solução com o apoio do PCP e do BE.

"Os resultados são de tal forma positivos e reconhecidos, que há todas as condições, com maioria absoluta, sem maioria absoluta, para repetir esta solução governativa. Porque a democracia ficou a ganhar muito", considera.




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