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Argentina aprova pagamento de 2,5 mil milhões ao FMI

A Argentina decidiu não entrar em incumprimento com o Fundo Monetária Internacional (FMI) e pagar a tranche de 3,1 mil milhões de dólares (2,5 mil milhões de euros) do empréstimo concedido pelo FMI, noticiou o canal de televisão argentino TodoNoticias, se

Maria João Soares mjsoares@negocios.pt 09 de Março de 2004 às 17:27
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A Argentina decidiu não entrar em incumprimento com o Fundo Monetária Internacional (FMI) e pagar a tranche de 3,1 mil milhões de dólares (2,5 mil milhões de euros) do empréstimo concedido pelo FMI, noticiou o canal de televisão argentino TodoNoticias, sem citar fontes.

O principal índice accionista argentino, o Merval, subiu um máximo de 5,02%, após quatro sessões consecutivas em queda, depois de conhecida a decisão do presidente da segunda maior economia da América do sul.

O acordo foi atingido após uma conversa telefónica de 30 minutos entre o presidente argentino, Nestor Kirchner, e a número dois do FMI, Anne Krueger.

A Argentina ameaçava entrar, hoje, em incumprimento com o FMI, se o presidente Nestor Kirchner recusasse o pagamento da tranche de 3,1 mil milhões de dólares (2,5 mil milhões de euros).

Kirchner tem estado em braço de ferro com a instituição de Bretton Woods com o objectivo de conseguir a revisão das metas para o acordo. O pagamento, que vai ser efectuado hoje, corresponde a 20% das reservas de 15 mil milhões de dólares do Banco Central da Argentina.

O presidente argentino disse que só pagava se recebesse a garantia de que o FMI vai libertar fundos em valor igual ao devido, 3,1 mil milhões de dólares (2,5 mil milhões de euros), ainda este mês.

Os pormenores do acordo ainda não são conhecidos. O FMI e o governo argentino só amanhã deverão divulgar os detalhes da operação, segundo o TodoNoticias.

Se a Argentina entrasse em incumprimento com o FMI teria mais dificuldade em obter apoio do G7, grupo dos sete países mais industrializados do mundo, nas renegociações da dívida, tornando mais reduzidas as hipóteses de chegar a acordo com os investidores, que esperaram mais de dois anos para iniciar as conversações.

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