Função Pública As negociações entre governo e função pública, sector a sector

As negociações entre governo e função pública, sector a sector

O Negócios fez um ponto de situação sobre as negociações entre governo e professores, médicos, enfermeiros, justiça e polícias.
As negociações entre governo e função pública, sector a sector
manifestação professores manif
Negócios 12 de março de 2018 às 10:00

Os professores reúnem-se com o Governo esta segunda-feira, véspera de quatro dias de greves regionais e de olhos postos no próximo orçamento do Estado.

 

Os funcionários judiciais seguem atentamente as negociações dos docentes na expectativa que uma eventual solução lhes seja aplicada.

 

Médicos e enfermeiros têm greves marcadas para pressionar o Governo a pagar as progressões e a negociar carreiras. Os polícias, que há poucas semanas tinham ameaçado avançar com protestos, já estão a negociar e dão agora o benefício da dúvida ao Executivo.

 

O Negócios fez um ponto de situação sobre as negociações entre governo e professores, médicos, enfermeiros, justiça e polícias.

 

 

 

 

 

 




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mais votado Anónimo 12.03.2018

Portugal é um país tão pobre que diversos tratamentos hospitalares têm de ser feitos no estrangeiro. Tão pobre que na época de incêndios florestais os aviões de combate aos fogos têm de ser emprestados por países amigos, quando estes têm disponibilidade para tal. Tão pobre que se guardam as armas das Forças Armadas ou das polícias como se guardavam armas no século XII. Tão pobre que o ensino não oferece conteúdos digitais, entre muitos outros recursos didácticos, que são oferecidos há gerações aos alunos de todas as idades em economias avançadas. Tão pobre que insistem em votar em comunistas alucinados e socialistas retrógrados, como se vivessem numa Venezuela ou numa Coreia do Norte, tudo para defender o supremo direito ao trabalho (salário) esquecendo que sem capital uma economia volta rapidamente para o paleolítico. Portugal é pobre pobreza porque é pilhado por dentro. Uma economia que se contenta a criar alguns ricos avulsos que não criam qualquer valor, em vez de criar riqueza.

comentários mais recentes
Anónimo 12.03.2018

Patrocina um excedentário. Vota PS.

policia/GNR, militares velhinhos 60 anosS/Corte 12.03.2018

NOS SOMOS ESPECIAIS DE CORRIDA GT...

OS TUGAS QUE TRABALHEM ATE AOS 66 ANOS E 5 MESES

Anónimo 12.03.2018

"We will gradually enter a time where having a lifetime employment based on tasks that are not justified will be less and less sustainable - we're actually already there." - Emmanuel Macron www.msn.com/en-gb/video/other/french-civil-servants-no-more-jobs-for-life/vi-AAeGlDD

Anónimo 12.03.2018

Entretanto, dos EUA ao Reino Unido, há 3 anos que o número de funcionários do universo do Estado não se afasta dos mínimos históricos que já não se viam desde a década de 1960 no primeiro caso, e desde a Segunda Guerra Mundial no segundo. Assim se explica a riqueza e a pobreza das nações. https://blogs.wsj.com/economics/2014/11/07/the-federal-government-now-employs-the-fewest-people-since-1966/ https://www.thetimes.co.uk/article/job-cuts-to-shrink-civil-service-to-1940s-size-5blwv2z6qmd

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