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Atitude de poupança é a melhor forma de combater endividamento externo

O ministro das Finanças apelou hoje à atitude de poupança dos portugueses, considerando que se trata da "melhor forma de lutar contra o endividamento externo", mas garantiu que o Estado não pretende sobrepor-se às funções da banca.

Lusa 01 de Julho de 2010 às 11:25
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O ministro das Finanças apelou hoje à atitude de poupança dos portugueses, considerando que se trata da "melhor forma de lutar contra o endividamento externo", mas garantiu que o Estado não pretende sobrepor-se às funções da banca.

"Os problemas do país resolvem-se com um esforço adicional de poupança. É o que o Estado está a fazer e é o que apelo a todos os cidadãos fazerem", disse Teixeira dos Santos durante a cerimónia de lançamento dos Certificados do Tesouro.

O ministro lembrou que a taxa de poupança em Portugal tem vindo a baixar de uma forma "significativa" nos últimos 15/20 anos.

Assim, de acordo com o governante, os certificados do Tesouro permitem "uma atitude de poupança a médio/longo e premeia essa atitude", pelo que não pretende concorrer com produtos de curto prazo, que é o que faz a banca.

"Não pretendemos canibalizar as aplicações do sistema bancário de curto prazo", disse.

Para Teixeira dos Santos, os Certificados do Tesouro são assim um produto "atraente" em termos de remunerações e "cativante" em termos de poupança a longo prazo.

Os títulos de dívida pública do Estado estão disponíveis a partir de hoje para subscrição 'on line' no Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP) ou nas estações dos CTT
Os certificados do tesouro subscritos este mês pagam juros brutos de 5,5 por cento em 10 anos e 4,45 por cento em cinco anos.

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