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Aumentos de 3% custam 900 milhões ao Estado

Um aumento de 3% para a Função Pública e para as pensões, a proposta mais conservadora dos sindicatos para os aumentos do próximo ano, implicaria um custo de 914,7 milhões de euros para os cofres do Estado, de acordo com as estimativas do Correio da Manhã

Negócios negocios@negocios.pt 18 de Setembro de 2006 às 10:54
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Um aumento de 3% para a Função Pública e para as pensões, a proposta mais conservadora dos sindicatos para os aumentos do próximo ano, implicaria um custo de 914,7 milhões de euros para os cofres do Estado, de acordo com as estimativas do Correio da Manhã.

Já um aumento de 5%, como a proposta apresentada pela Frente Comum, teria um custo de 1,5 mil milhões de euros, refere o CM, isto se se mantiver o ritmo de crescimento deste ano e caso não se verifique o alargamento do número de reformados.


Só em salários da Função Pública a despesa aumentaria em 386,2 milhões de euros com a proposta mais baixa e 643,6 milhões de euros pelos valores mais altos, refere o diário, que destaca o facto de o próximo ano poder trazer um aumento ainda maior às despesas com pessoal, uma vez que 2006 é o último ano em que vigora o congelamento das progressões nas carreiras.


Segurança Social poderá ser mais afectada

Se o Governo aumentar as pensões em 3%, isso implicará um custo acrescido de 352,7 milhões de euros, segundo os cálculos do CM que afirma que se vingar a proposta dos 5% da Frente Comum, a despesa subirá para 587,9 milhões de euros.

A tendência na Segurança Social é para um acréscimo das despesas. Segundo a notícia avançada pelo CM, a taxa de crescimento das despesas com pensões aumentou 7,6% até Julho, à qual se junta o facto de todos os meses entrarem novas pessoas para a reforma.

A taxa de crescimento das despesas até Julho foi de 6,4% e a manter-se a tendência, um aumento de três por cento nas pensões teria um impacto de 175,8 milhões de euros, enquanto um acréscimo de 5% se traduziria em 293 milhões de euros mais a saírem dos cofres do Estado.

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