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Barroso fez seis nomeações de legalidade duvidosa

O Governo anterior nomeou um total de 38 pessoas já depois de se saber que Durão Barroso iria aceitar o convite para presidir à Comissão Europeia.

João D'Espiney joaodespiney@negocios.pt 05 de Agosto de 2004 às 06:30
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O Governo anterior nomeou um total de 38 pessoas já depois de se saber que Durão Barroso iria aceitar o convite para presidir à Comissão Europeia.

As primeiras nomeações de última hora foram assinadas pelo ministro da Saúde logo a partir do dia 28 de Junho, segunda-feira, depois da «bomba» política ter rebentado na sexta-feira, e prolongaram-se até ao dia 14 de Julho, três dias antes da tomada de posse do Executivo de Santana Lopes.

Desde que Durão Barroso apresentou formalmente a sua demissão ao Presidente da República, no dia 5 de Julho, o seu Governo ainda procedeu à nomeação de um total de 12 pessoas, seis das quais para cargos de direcção superior.

Nomeações aparentemente ilegais na medida em que contrariam a lei que aprovou o novo estatuto do pessoal dirigente dos serviços e organismos da administração central, regional e local do Estado.

(A versão integral da notícia é publicada na edição de hoje do Jornal de Negócios).

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