Política Bloco acusa PS de querer "recuar nos acordos à esquerda" na habitação

Bloco acusa PS de querer "recuar nos acordos à esquerda" na habitação

A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE) acusou hoje o PS de querer "recuar nos acordos à esquerda" na habitação, tendo a direita como "muleta" no parlamento, e defendeu que é urgente uma regulação de preços.
Bloco acusa PS de querer "recuar nos acordos à esquerda" na habitação
Lusa
Lusa 09 de dezembro de 2018 às 17:55

"São borlas em IRS para os senhorios ou é regular o preço das casas, para que seja possível viver com dignidade no nosso país. Essa é a escolha que está em cima da mesa", afirmou Catarina Martins, durante um almoço-convívio do BE, em Lisboa.

 

Perante autarcas e militantes do BE da área metropolitana de Lisboa, Catarina Martins acrescentou: "E devo dizer-vos que o PS parece com muita vontade de recuar nos acordos à esquerda. E a direita tem sempre muita vontade de fazer de muleta ao PS quando ele recua".

 

"Foi assim com o Banif, foi assim com a legislação do trabalho. Pode bem ser assim que se preparam para fazer na habitação", considerou.

 

Neste contexto, segundo Catarina Martins, "é por isso necessário o compromisso e a determinação do BE", no parlamento e em todos os concelhos do país, "para garantir o direito à habitação", que "é um direito fundamental".

 

Na sua intervenção, a coordenadora do BE começou por falar sobre transportes públicos, o tema deste almoço-convívio, considerando que a redução e uniformização de preços na área metropolitana de Lisboa foram "na vitória" do seu partido e "um passo extraordinário".

 

No entanto, defendeu que não chega e que tem de haver um "investimento determinado nos transportes colectivos", prometendo que o BE estará vigilante quanto à execução do que ficou acordado no Orçamento do Estado relativamente à ferrovia.

 

"Temos de ser vigilantes todos os dias, exigir todos os dias, para que seja executado aquilo que é aprovado", disse.

 

Catarina Martins argumentou que "transporte colectivo é salário" para muitos trabalhadores e "é também ambiente" e em seguida introduziu o tema da habitação, frisando: "Não trocamos a renda acessível pelo passe acessível".

 

Bloco acusa PS de querer "recuar nos acordos à esquerda" na habitação

 

A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE) acusou hoje o PS de querer "recuar nos acordos à esquerda" na habitação, tendo a direita como "muleta" no parlamento, e defendeu que é urgente uma regulação de preços.

 

"São borlas em IRS para os senhorios ou é regular o preço das casas, para que seja possível viver com dignidade no nosso país. Essa é a escolha que está em cima da mesa", afirmou Catarina Martins, durante um almoço-convívio do BE, em Lisboa.

 

Perante autarcas e militantes do BE da área metropolitana de Lisboa, Catarina Martins acrescentou: "E devo dizer-vos que o PS parece com muita vontade de recuar nos acordos à esquerda. E a direita tem sempre muita vontade de fazer de muleta ao PS quando ele recua".

 

"Foi assim com o Banif, foi assim com a legislação do trabalho. Pode bem ser assim que se preparam para fazer na habitação", considerou.

 

Neste contexto, segundo Catarina Martins, "é por isso necessário o compromisso e a determinação do BE", no parlamento e em todos os concelhos do país, "para garantir o direito à habitação", que "é um direito fundamental".

 

Na sua intervenção, a coordenadora do BE começou por falar sobre transportes públicos, o tema deste almoço-convívio, considerando que a redução e uniformização de preços na área metropolitana de Lisboa foram "na vitória" do seu partido e "um passo extraordinário".

 

No entanto, defendeu que não chega e que tem de haver um "investimento determinado nos transportes colectivos", prometendo que o BE estará vigilante quanto à execução do que ficou acordado no Orçamento do Estado relativamente à ferrovia.

 

"Temos de ser vigilantes todos os dias, exigir todos os dias, para que seja executado aquilo que é aprovado", disse.

 

Catarina Martins argumentou que "transporte colectivo é salário" para muitos trabalhadores e "é também ambiente" e em seguida introduziu o tema da habitação, frisando: "Não trocamos a renda acessível pelo passe acessível".

 




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