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Bruxelas e Reino Unido libertam fundos de apoio às vítimas do tufão Haiyan

A Comissão Europeia e o Governo britânico anunciaram hoje que vão libertar três milhões de euros e 5,9 milhões de euros, respectivamente, para ajudar as Filipas depois das 500 mil vítimas e devastação causadas pelo tufão Haiyan.

Lusa 10 de Novembro de 2013 às 16:01
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Os fundos da Comissão Europeia "irão cobrir as necessidades mais urgentes nas zonas mais afectadas" pelo tufão, no centro do arquipélago, disse a Comissão Europeia em comunicado.

As autoridades filipinas contabilizam agora mais de 10.000 mortos e 2.000 desaparecidos na catástrofe.

 

A Comissão "e os seus parceiros humanitários irão coordenar de perto as operações de ajuda, com as autoridades locais e nacionais", acrescentou.

 

Especialistas humanitários da Comissão Europeia estão já "no terreno" e "a acompanhar a situação" em permanência para avaliar necessidades adicionais. 

 

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, propôs no sábado uma assistência de urgência a Manila. Face à dimensão da catástrofe, os Estados Unidos, a Austrália e a Nova Zelândia também já se mobilizaram, juntamente com as Nações Unidas.

 

"É um dos piores ciclones que o mundo já viu", observou a comissário europeia para a ajuda humanitária, Kristalina Georgieva, manifestando o seu "profundo pesar" pela perda humana da catástrofe.

 

Muito expostas às catástrofes naturais, como sismos e tufões, as Filipinas já receberam este ano cerca de 13 milhões de euros em ajuda humanitária, lembraram os serviços da comissária.

Da mesma forma, o Governo britânico também vai criar um fundo de cinco milhões de libras (5,9 milhões de euros), tendo o Ministério da Cooperação Internacional indicado hoje que o dinheiro será entregue a diversas organizações para que prestem "ajuda humanitária vital".

 

 

O Reino Unido enviará quatro especialistas em ajuda humanitária para se juntarem aos esforços internacionais de assistência no apoio às vítimas do tufão.

 

A ministra da Cooperação Internacional britânica, Justine Greening, manifestou hoje a sua solidariedade com as vítimas e com aqueles que perderam os seus familiares.

"Muitos milhares de pessoas em zonas remotas e de difícil acesso perderam as suas casas e tudo o que tinham. Vivem agora ao ar livre", pelo que é uma prioridade levar-lhes tendas de campanha, água potável e cobertores, disse a ministra.

 

O tufão atingiu as Filipinas na sexta-feira, com ventos que chegaram aos 379 quilómetros por hora, de acordo com o Centro Conjunto de Aviso de Tufões da Marinha dos Estados Unidos e dirige-se agora para o Vietname, onde já foram retiradas das suas casas 600.000 pessoas.

 

 

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