Função Pública Calendário de greves na função pública

Calendário de greves na função pública

Os professores têm greves regionais marcadas para os próximos quatro dias. Médicos e enfermeiros para as semanas seguintes.
Calendário de greves na função pública
Miguel Baltazar/Negócios
Catarina Almeida Pereira 11 de março de 2018 às 22:35

CALENDÁRIO DAS GREVES

13 a 16 de Março
Greve de professores
A Fenprof apela à adesão à greve por regiões: Grande Lisboa e Madeira amanhã, dia 13; região Sul no dia 14; Centro no dia 15; Norte e Açores no dia 16. A recuperação do tempo de serviço para efeitos de futuras progressões é a principal reivindicação.

16 de Março
Manifestação da Função Pública
A Frente Comum (da CGTP) promove sexta-feira uma manifestação de sindicatos da Função Pública por "aumentos de salários" e "carreiras dignas".

22 e 23 de Março
Greve dos enfermeiros
A correcta contabilização dos pontos no descongelamento de carreiras, a revisão da carreira e a contratação de mais profissionais são os motivos da greve dos enfermeiros.

10, 11 e 12 de Abril
Greve dos médicos
A revisão da carreira e das grelhas salariais é uma das principais reivindicações dos médicos.




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comentários mais recentes
Anónimo 12.03.2018

Em relação às economias e sociedades mais avançadas, os pobres portugueses são mais miseráveis e os ricos portugueses são mais desprovidos de capacidade para criar riqueza de modo perene e sustentável, tornando-os por isso em ricos miseráveis, porque, em Portugal, se instituiu um sistema que quer à viva força levar toda a gente para o topo da classe média através de um artifício chamado assalariado sindicalizado de carreira para a vida à prova das reais condições de mercado, mesmo sem que essa gente crie qualquer valor nas ditas condições de mercado. E assim se vive, neste Poortugal que se decretou, de subsídio europeu em subsídio europeu e de resgate internacional em resgate internacional.

Anónimo 12.03.2018

A ruína e atraso de Portugal, face aos seus congéneres europeus mais desenvolvidos e ricos, tem como base o facto de se ter criado em Portugal um sistema que, gradualmente, gerou duas seguranças sociais públicas. Uma oficial e outra oficiosa. A oficiosa é parte integrante não de um Estado de Bem-Estar Social legítimo mas antes de um Estado de Bem-Estar Salarial iníquo e insustentável para sindicalizados, em especial do sector público, que auferem uma onerosa e injustificável prestação social sob a forma de remuneração em clara situação de sobreemprego vitalício ou sobrepagamento em crescendo, mesmo quando o preço de mercado para as tarefas que realizam não pára de descer nos mercados mundiais ou a procura, em variadíssimos casos, pura e simplesmente desapareceu se é que alguma vez existiu. Os 4000 colaboradores a menos na banca lusa em 2017, tirados a ferros de forma tardia, cara e incompleta, foram apenas a ponta de um vergonhoso icebergue que as esquerdas teimam em querer esconder.

General Ciresp 12.03.2018

Quando de promete dar o q nao tem..................,mas eu pensava q os grevistas eram pessoas ADULTAS,afinal nao,sao piores q criancas pela altura do Natal,nem dormem para saber o q receberam do menino jezus.

Anónimo 12.03.2018

A Grande Burguesia Comunista do Estado a irem para a greve sem qualquer justificação. Pobres alunos, pobres doentes, que não tem culpa de nada e vão continuar no sofrimento.

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