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Capital do Móvel estima retorno de sete milhões de euros

A maior feira portuguesa de mobiliário arranca este sábado com uma centena de expositores. Após provocar a cadeia sueca IKEA, a organização aguarda 40 mil visitantes em Paços de Ferreira para "ver móveis a sério".

Ricardo Castelo
António Larguesa alarguesa@negocios.pt 31 de Julho de 2014 às 16:52
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A Associação Empresarial de Paços de Ferreira prevê que a 43.ª edição da Capital do Móvel possa gerar à volta de sete milhões de euros de facturação para as cerca de cem empresas participantes, no acumulado das vendas imediatas e realizadas posteriormente, a partir de contactos desenvolvidos na feira.

 

A estimativa do retorno foi adiantada ao Negócios por Rui Carneiro, o presidente da associação que organiza esta que é a maior feira nacional de mobiliário e decoração, realizada pela primeira vez em 1984 e que irá decorrer entre 2 e 10 de Agosto nos 14 mil metros quadrados do Parque de Exposições de Paços de Ferreira.

 

Com a lotação esgotada em termos de expositores – e data antecipada para o início de Agosto para aproveitar a presença de emigrantes em férias –, a organização espera aproximar-se dos 40 mil visitantes durante os nove dias da feira. Incluindo alguns estrangeiros, sobretudo provenientes da vizinha Galiza, mas também clientes empresariais de outros países, que aproveitam a feira para conhecer as novidades dos fornecedores nacionais.

 

A área do mobiliário representa perto de 80% da indústria do concelho de Paços de Ferreira – com idêntica importância no concelho vizinho e rival de Paredes. Um sector que em 2013 aumentou as exportações pelo quarto ano consecutivo (+11% face ao ano anterior) e voltou a bater um novo recorde, com vendas no valor de 1.200 milhões de euros em 148 países.

 

Campanha provoca IKEA

 

"Venha ver móveis a sério. Não tem de os montar. Não tem de os carregar. Não os vê em casas de amigos". Estas foram algumas das mensagens de promoção desta edição da feira (ver aqui os cartazes, disponíveis na página oficial da Internet), que envolveu até um convite ao presidente do IKEA, numa clara provocação à cadeia sueca. "Não só a eles. Aquilo não são bem móveis", apontou Rui Carneiro.

 

"Aqui é mesmo para ver móveis a sério. Com um preço interessante, mas com muita qualidade. Móveis, mesmo. Foi para fazer alguma diferenciação entre os nossos móveis e aqueles já embalados. Mostrar que a nossa maneira de trabalhar é diferente: com um serviço personalizado, à medida de cada lar", acrescentou o líder da associação empresarial pacense.

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