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Carlos Tavares diz próxima prioridade será privatizar sector energético (act2)

O ministro da Economia Carlos Tavares disse hoje que a próxima prioridade do Governo, a nível de política económica, será privatizar o sector energético, onde estão incluídas a Electricidade de Portugal (EDP) e a Galp Energia.

Ana Torres Pereira atp@negocios.pt 12 de Dezembro de 2002 às 19:05
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(actualiza com posições do Estado nas empresas)

O ministro da Economia Carlos Tavares disse hoje que a próxima prioridade do Governo, a nível de política económica, será privatizar o sector energético, onde estão incluídas a Electricidade de Portugal (EDP) e a Galp Energia.

«A próxima prioridade (do Governo para privatizações) será o sector energético», disse Carlos Tavares, à margem do 1º Fórum da Indústria, promovido pelo «Diário Económico».

O ministro da economia reforçou que «não disse qual era a ordem nem a forma», sendo que o sector energético as empresas com possibilidade de privatização são a EDP e a Galp Energia. O Estado tem directa e indirectamente 30% na eléctrica nacional, e detém directamente 34,81% na empresa de gás e petróleos, enquanto a Caixa Geral de Depósitos, detida a 100% por Portugal, controla 13,5%.

Carlos Tavares afirmou que «a privatização é uma ideia a continuar», salientando «dois casos de sucesso», como os da Portucel [PTCL] e Gescartão.

O Governo prevê arrecadar em 2003 cerca de 1,5 mil milhões de euros em receitas com privatizações. Este plano inclui a venda de acções da Galp Energia, REN, Águas de Portugal, TAP, Portucel, e companhias do universo IPE.

O mesmo responsável reforçou que «não discutimos na praça pública o que estamos a pensar fazer», pois tudo «tem que ser inserido numa estratégia. Preferimos fazer as coisas com método e discrição», acrescentando que «o que virá a seguir será feito com a mesma actuação».

O Estado controla 70% da REN, 100% da TAP, 56% da Portucel e 100% das Águas de Portugal (AdP).

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