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CGD volta a pedir excepção aos cortes salariais

A administração da Caixa Geral de Depósitos pediu ao Ministério das Finanças para manter o regime de excepção aos cortes salariais aplicados aos trabalhadores do Estado, apesar do Orçamento do Estado para 2013 ter eliminado esta regra.

Negócios 11 de Janeiro de 2013 às 15:02

O jornal "Público" avança na sua edição de hoje que a “administração da Caixa Geral de Depósitos já fez chegar ao Ministério das Finanças uma carta na qual pede que o banco público seja isentado” dos cortes salariais previstos para a Função Pública.

 

“O grupo pediu à tutela o mesmo regime de que usufruiu em 2011 e 2012 e que lhe permitiu encontrar alternativas às reduções dos vencimentos base”, escreve o jornal.

 

Na carta enviada ao Ministério das Finanças, o banco estatal pede para que não sejam aplicadas “as normas inscritas no Orçamento do Estado, que obrigam todas as empresas públicas a manter os cortes nas remunerações (que variam entre 3,5% e 10%), isentando os trabalhadores que ganham menos de 1.500 euros brutos”.

 

No entanto, e ao contrário do que aconteceu em 2011 e 2012, o Orçamento do Estado para 2013 não prevê a possibilidade de excepções às reduções salariais. Em Novembro de 2012, o Ministério das Finanças esclareceu que os regimes de excepção “não se aplicam em 2013".

 

Ainda segundo o jornal "Público", as Finanças ainda não responderam à carta da Caixa Geral de Depósitos mas tudo indica que o pedido do banco estatal será recusado pelo ministério de Vítor Gaspar.

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