Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Cimeira é uma vitória para a Europa e demonstração de liderança

O primeiro-ministro José Sócrates afirmou que a adopção do plano de acção de combate às alterações climáticas hoje alcançado pelos líderes europeus em Bruxelas, com metas vinculativas, constitui "uma vitória para a Europa" e demonstração de liderança.

Negócios com Lusa 09 de Março de 2007 às 12:52
  • Assine já 1€/1 mês
  • ...

O primeiro-ministro José Sócrates afirmou que a adopção do plano de acção de combate às alterações climáticas hoje alcançado pelos líderes europeus em Bruxelas, com metas vinculativas, constitui "uma vitória para a Europa" e demonstração de liderança.

"A Europa precisava de dar um sinal claro de liderança e iniciativa. A adopção deste plano de acção é sem duvida uma vitória para a Europa e uma prova de vitalidade política", comentou o chefe de governo, no final da "Cimeira da Primavera".

Os chefes de Estado e Governo da UE chegaram hoje a acordo sobre uma meta vinculativa de 20% de energias obtidas de fontes primárias renováveis (vento, água, sol e biomassa), até 2020, em relação ao consumo total de energia na União.

Entre outras medidas, comprometeram-se também a alcançar, até 2020, pelo menos, uma redução de 20% das emissões de gases com efeito de estufa (responsável pelo aquecimento global do planeta), em relação aos níveis de 1990, e de 30% se os restantes países desenvolvidos se comprometerem a atingir reduções de emissões "comparáveis".

"A decisão da UE por metas claras e imperativas é uma opção que dá credibilidade à sua política", afirmou Sócrates, que sublinhou o "profundo significado político mas também económico" do acordo hoje alcançado, que classificou como um dos maiores contributos dos últimos anos para "mais emprego", "maior crescimento económico" e "inovação".

Com o acordo hoje alcançado, a União Europeia compromete-se com uma meta vinculativa de 20% de energias obtidas de fontes primárias renováveis (vento, água, sol e biomassa), até 2020, em relação ao consumo total de energia na União.

Os líderes europeus também chegaram a acordo, como era previsível, relativamente ao "compromisso firme e independente" de alcançar, até 2020, pelo menos, uma redução de 20 por cento das emissões de gases com efeito de estufa (responsável pelo aquecimento global do planeta), em relação aos níveis de 1990, e de 30 por cento se os restantes países desenvolvidos se comprometerem a atingir reduções de emissões "comparáveis".

O primeiro-ministro José Sócrates já comentou que as metas imperativas hoje definidas nos principais domínios do combate às alterações climáticas dão credibilidade à política da UE, colocando-a na linha da frente nesta matéria.

Outras Notícias