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Cobranças forçadas do Fisco quase duplicaram em menos de três anos

Desde que tomou posse como director-geral dos Impostos, em Maio de 2004, Paulo de Macedo conseguiu quase duplicar a cobrança coerciva de receitas fiscais, noticia o "Correio da Manhã".

Negócios negocios@negocios.pt 14 de Novembro de 2006 às 08:50

Desde que tomou posse como director-geral dos Impostos, em Maio de 2004, Paulo de Macedo conseguiu quase duplicar a cobrança coerciva de receitas fiscais, noticia o "Correio da Manhã".  

O valor desta receita de impostos passou de 828,4 milhões de euros em 2003 para uma previsão de 1,5 mil milhões em 2006, 1,3 mil milhões dos quais estão já executados.

Porém, a  seis meses do termo do mandato, a continuidade do director-geral dos Impostos está em causa devido ao salário elevado.

Por força da lei, o antigo gestor do BCP, contratado no tempo em que Manuela Ferreira Leite estava nas Finanças, poderá ter de se sujeitar a uma redução de quase 74% no ordenado. Se quiser continuar como director-geral dos Impostos a partir de Maio de 2007, Macedo terá de ver o salário reduzido para, no máximo, 5.366 euros que corresponde ao ordenado de primeiro-ministro.

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