Europa Comerciantes espanhóis contestam proibição de saldos nas lojas

Comerciantes espanhóis contestam proibição de saldos nas lojas

O Governo espanhol proíbe as lojas físicas de fazerem saldos ou promoções para evitar ajuntamentos de pessoas.
Comerciantes espanhóis contestam proibição de saldos nas lojas
Negócios 12 de maio de 2020 às 19:22

Os comerciantes espanhóis contestam a decisão do Governo de proibir saldos – as famosas "rebajas" – ou promoções durante a primeira fase de alívio das restrições impostas devido à pandemia de covid-19.

O Executivo liderado por Pedro Sanchéz argumenta que esta proibição visa evitar aglomerações de pessoas nas lojas ou no seu exterior.

O Ministério da Saúde espanhol determinou que "os estabelecimentos não podem anunciar nem levar a cabo ações comerciais que possam provocar aglomerações de pessoas, quer dentro do estabelecimento como no exterior".

O Governo detalhou que esta restrição "não afectará os saldos ou promoções que se realizem através dos sites das lojas".

A Confederação Espanhola do Comércio (CEC) acusa o Governo de "incoerência" e sublinha que "fundamentar esta medida com o facto de evitar possíveis ajuntamentos não faz sentido quando já foram estabelecidas limitações à lotação dos estabelecimentos comerciais, destinadas a garantir a segurança dos comerciantes e consumidores".

E, acrescenta, esta limitação apenas aplicada às lojas físicas gerará uma distorção dos preços nos canais online face ao comércio presencial, colocando "em clara desvantagem competitiva, e num momento tão crítico, o pequeno comércio face às grandes plataformas internacionais".




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