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Conclusão do projecto do Alqueva antecipada em 10 anos

O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou hoje que a conclusão do projecto global de Alqueva, no Alentejo, vai ser antecipada em dez anos, para 2015, atendendo à prioridade nacional atribuída pelo Governo ao empreendimento.

Negócios negocios@negocios.pt 17 de Março de 2006 às 16:05
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O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou hoje que a conclusão do projecto global de Alqueva, no Alentejo, vai ser antecipada em dez anos, para 2015, atendendo à prioridade nacional atribuída pelo Governo ao empreendimento.

«Vamos antecipar o calendário de execução das obras para termos o Alqueva mais depressa concluído, para criar mais oportunidades na região e, em consequência, para o país», afirmou, segundo a Agência Lusa.

O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro durante a inauguração da Barragem e da Central Hidroeléctrica de Pedrogão, no concelho da Vidigueira, Beja, equipamentos integrados no projecto global de Alqueva.

Realçando a importância do empreendimento para a modernização agrícola, a criação de regadio, a aposta turística, a produção de energia eléctrica e a disponibilização de água numa região ciclicamente afectada pela seca, José Sócrates destacou a necessidade do investimento público acompanhar «bons sinais» que estão a surgir da parte dos investidores privados.

O primeiro-ministro anunciou ainda que o Plano de Ordenamento das Albufeiras de Alqueva e de Pedrógão (POAAP), que se encontra em revisão, vai entrar em fase de discussão pública até 12 de Abril.

«Vamos pôr à discussão pública o novo POAAP, que prevê já a possibilidade de construção de alguns empreendimentos turísticos que mantém elevados padrões ambientais», revelou, de acordo com a Lusa.

Recordando aos jornalistas, no final da sessão, ter sido na sua vigência enquanto ministro do Ambiente que o POAAP foi aprovado, Sócrates reconheceu que o plano agora em revisão era «muito restritivo», mas frisou que a nova versão também «vai continuar a ser».

«Fui eu que fiz o POAAP. Na altura, disseram que era muito restritivo e tinham razão. Mas vai continuar muito restritivo, porque o grande valor para o turismo desta região são os padrões ambientais», sublinhou.

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