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Confiança na economia mundial sobe para máximos

A confiança na economia mundial subiu, com a aceleração da produção industrial e da industria dos serviços a suportar a confiança dos investidores numa retoma sustentada da recessão do ano passado, avança a Bloomberg com base no seu inquérito aos seus utilizadores.

Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 13 de Janeiro de 2010 às 12:47
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A confiança na economia mundial subiu, com a aceleração da produção industrial e da industria dos serviços a suportar a confiança dos investidores numa retoma sustentada da recessão do ano passado, avança a Bloomberg com base no seu inquérito aos seus utilizadores.

O índice subiu para 66,7 pontos este mês, depois de ter ficado nos 58,9 pontos em Dezembro. Este é o valor mais elevado do índice desde que a Bloomberg o começou a fazer, há dois anos e o sexto mês consecutivo em que o índice excedeu os 50 pontos, o nível que indica que existem mais respondentes optimistas do que pessimistas.

A recuperação da economia tem levado empresas como a Samsung Electronics a aumentar as despesas de capital e a produção. A recuperação foi suportada pela resposta à crise, dos autores das políticas monetárias e pelos governantes que se comprometeram despender a aumentar a despes pública, para fazer face à maior recessão económica do pós-guerra.

“A economia mundial está a corrigir e o crescimento está firmemente positivo este ano”, disse o economista-chefe do Bank of Tokio-Mitsubishi UFJ, Chris Rupkey à Bloomberg. “À medida que recuperamos, no novo ano, as pesadas perdas de emprego e os mínimos da bolsa de valores, caem cada vez mais no esquecimento. Pode ser uma recuperação lenta, mas parece ser sustentável e é provável que dê aos mercados alguma sustentação, de que precisam para continuar a normalizar”.

O inquérito da Bloomberg, feito a mais de 5.437 utilizadores da sua plataforma, foi conduzido entre os dias 4 e 8 de Janeiro e desde de então, números revistos demonstram que a economia dos Estados Unidos criou emprego, pela primeira vez em quase dois anos e a produção industrial da China cresceu ao ritmo mais rápido dos últimos três anos.

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