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Consumidores e industriais mais confiantes

A confiança dos consumidores portugueses voltou a melhorar em Junho, tal como já havia acontecido em Maio, segundo o indicador de confiança divulgado hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Vítor Costa vitorcosta@mediafin.pt 05 de Julho de 2004 às 11:00
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A confiança dos consumidores portugueses voltou a melhorar em Junho, tal como já havia acontecido em Maio, segundo o indicador de confiança divulgado hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

«Em Junho, o indicador de confiança apresentou uma evolução positiva, tal como já acontecera no mês precedente. Este resultado deve-se ao comportamento positivo evidenciado nas respostas sobre as perspectivas da situação económica do país e do agregado familiar, bem como ao menor pessimismo sobre a evolução do desemprego nos próximos meses», lê-se no documento.

Ainda assim, esta melhoria de confiança contou com a participação negativa da apreciação feita sobre as possibilidades de constituição de poupança.

O INE sublinha que «as apreciações sobre a oportunidade de constituição de poupança mantiveram os sinais de deterioração evidenciados nos últimos meses, tendo sido a correspondente série a única a contribuir desfavoravelmente para a evolução do indicador».

A confiança revelada pelos consumidores é acompanhada por igual sentimento dos empresários ligados à indústria.

De facto, também em Junho, o Inquérito de Conjuntura à Indústria Transformadora revela que a confiança «recuperou novamente».

O INE destaca que o valor agora obtido é «o melhor dos últimos dois anos».

Para esta evolução contribuiu o comportamento mais favorável da procura global e das perspectivas de produção para os próximos três meses.

Com evolução diversa, mas insuficiente para determinar o comportamento global do indicador, as avaliações dos empresários apontam para um aumento dos produtos acabados em armazém.

 

Esta evolução positiva fez-se sentir «em todos os sub-sectores, contrariando o movimento negativo registado no mês precedente. À semelhança do que já havia sucedido em Maio, as apreciações quanto à procura são agora menos desfavoráveis em todas as suas vertentes, interna e externa, e também na apreciação global».

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