Mundo Coreia do Norte aceita iniciar negociações para abandonar programa nuclear

Coreia do Norte aceita iniciar negociações para abandonar programa nuclear

As duas Coreias acordaram realizar uma cimeira, a primeira em mais de uma década, que foi já marcada para o final de Abril.
Coreia do Norte aceita iniciar negociações para abandonar programa nuclear
Negócios 06 de março de 2018 às 12:08

A Coreia do Norte manifestou abertura para deixar de usar armas nucleares caso a segurança do país seja garantida, afirmou um membro do gabinete presidencial da Coreia do Sul. Uma delegação sul-coreana chefiada por Chung Eui-yong reuniu com o líder norte-coreano, no dia 5 de Março, e deu uma conferência de imprensa esta terça-feira, já em Seul. 

Kim Jong Un terá afirmado que o seu país está disponível para iniciar negociações com os Estados Unidos, com vista a abandonar o programa de armas nucleares e suspender todos os testes com mísseis balísticos.


O governo norte-coreano considerou que não há necessidade de manter o programa nuclear desde que não haja uma ameaça militar e que a segurança do regime de Kim Jong Un seja garantida. 

As duas Coreias também combinaram falar numa cimeira, a primeira em mais de uma década, marcada para o final de Abril e concordaram ainda em criar uma linha telefónica directa entre os dois líderes. 

 

A cimeira realizar-se-á na localidade de Panmunjom, no meio da zona desmilitarizada (DMZ) que separa a Coreia do Norte da Coreia do Sul, declarou o emissário Chung Eui-yong, que é conselheiro para a segurança do presidente Moon Jae-in.

 
Kim Jong Un foi o anfitrião de uma reunião e jantar em Pyongyang dedicados à delegação sul-coreana na segunda-feira. Desde os Jogos Olímpicos de Inverno em Pyeongchang que os dois países se aproximaram.

 

 




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mais votado Anónimo 06.03.2018

Em todas as economias desenvolvidas há salários que têm por base talento e têm por objectivo a criação de valor. Esses salários têm procura de mercado e atraem diversas combinações de capital e recursos naturais de modo a gerar produção. Há também, salários que tendo ou não talento por base, não criam qualquer valor. Esses salários não têm procura de mercado e são subsidiados por contribuintes e consumidores. No universo do Estado, e em especial em arranjos político-legais como o instituído em Portugal ou Grécia, esses salários subsidiados, sem procura e que em vez de criarem valor se limitam a extraí-lo, tendem a ser muito frequentes e eternamente protegidos. São efectivamente blindados à prova de mercado ou avanço tecnológico. A crise portuguesa e grega foi tão somente o agudizar desta triste realidade levada ao extremo. Pior só na Coreia do Norte da década de 1990, votada à fome, e na Venezuela madurista.

comentários mais recentes
Anónimo 06.03.2018

sera´talvez a melhor noticia,para a debil e precaria , PAZ mundial.
espero ke seja ,SERIA E CONSTRUTIVA.
OS POVOS DESTE PLANETA AGUARDAM....so´espero ke o trampas e o putini,assim como o imperio amarelo, sigam ,ESTE EXEMPOLO DE DESARMAMENTO E PAZ MUNDIAL....NAO SERA´PEDIR DEMAIS,AOS ABUTRES

MESMO ASSIM, O PCP APOIA-O ... SANTO DEUS ! 06.03.2018

O que o símio da foto tem é fome generalizada no país.
Todas as arruaças que tem feito com mísseis mais não são do que chantagem para que EUA e outros países mais ricos alimentem o povo norte-coreano, que está a morrer à mingua de comida, enquanto o criminoso brinca às "guerras".

Anónimo 06.03.2018

Em todas as economias desenvolvidas há salários que têm por base talento e têm por objectivo a criação de valor. Esses salários têm procura de mercado e atraem diversas combinações de capital e recursos naturais de modo a gerar produção. Há também, salários que tendo ou não talento por base, não criam qualquer valor. Esses salários não têm procura de mercado e são subsidiados por contribuintes e consumidores. No universo do Estado, e em especial em arranjos político-legais como o instituído em Portugal ou Grécia, esses salários subsidiados, sem procura e que em vez de criarem valor se limitam a extraí-lo, tendem a ser muito frequentes e eternamente protegidos. São efectivamente blindados à prova de mercado ou avanço tecnológico. A crise portuguesa e grega foi tão somente o agudizar desta triste realidade levada ao extremo. Pior só na Coreia do Norte da década de 1990, votada à fome, e na Venezuela madurista.

Camponio da beira 06.03.2018

Dinheiro para comprar comida para os dele e militares, o povo continuará na miséria e a morrer à fome.

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