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Corte no passivo de Lisboa depende do imobiliário

62% do valor a abater ao passivo provém das receitas da venda de imóveis. Rede de saneamento garante a outra "fatia de leão".

Bruno Simões brunosimoes@negocios.pt 02 de Dezembro de 2010 às 00:01
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O plano da Câmara de Lisboa para redução do seu passivo está muito dependente do mercado imobiliário que, em período de crise e de contracção do crédito, deverá estar mais condicionado.

A autarquia prevê amortizar 353 milhões de euros do seu passivo no próximo ano. Essa redução vai depender, principalmente, das receitas provenientes do fundo imobiliário, que deverá ser constituído ainda este ano e no qual a autarquia deverá ter uma participação de 25%. O montante que está previsto amealhar com o fundo imobiliário representa 62% do total - 218 milhões de euros. Porém, esta receita merece reservas da oposição, dada a actual situação económica.









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