Política Cristas deseja que reunião com Rui Rio crie uma estratégia alternativa às "esquerdas unidas"

Cristas deseja que reunião com Rui Rio crie uma estratégia alternativa às "esquerdas unidas"

A líder do CDS, Assunção Cristas, manifestou o desejo que o encontro da próxima quinta-feira com o dirigente do PSD, Rui Rio, possa servir para criar uma estratégia convergente que seja alternativa às "esquerdas unidas" em Portugal.
Cristas deseja que reunião com Rui Rio crie uma estratégia alternativa às "esquerdas unidas"
Rui Minderico/Lusa
Lusa 28 de fevereiro de 2018 às 00:05

"Espero partilhar com ele a nossa preocupação e vontade de criar uma alternativa às esquerdas unidas, que passa por ter uma actividade forte do lado do CDS e certamente também do lado do PSD para alcançarmos 116 deputados, que é metade mais um do parlamento", disse a líder do CDS-PP, que falava aos jornalistas no início da conferência "Ouvir Portugal - Profissões do futuro", em Coimbra.

 

A dirigente centrista deseja que o encontro com Rui Rio possa resultar numa "convergência de estratégia para podermos ter uma verdadeira alternativa às esquerdas unidas em Portugal", sublinhando que o seu partido está a "trabalhar muito nesse sentido".

 

"Hoje, estamos aqui no Ouvir Portugal, como temos andado por todo o Portugal na rua a ouvir a opinião das pessoas, a registar aquilo que é a sensibilidade dos portugueses das mas diversas áreas, porque queremos construir um grande programa eleitoral, que nos permita aumentar a capacidade de representar muitos portugueses", frisou.

 

A conferência "Ouvir Portugal - Profissões do futuro" decorreu no Café Santa Cruz, em Coimbra, com a participação da socióloga Dora Fonseca, do jornalista José Manuel Fernandes, de Daniel Traça, director da Nova SBE, João Rebelo de Andrade (agricultura genética) e Pedro Fonseca (empresas tecnológicas de serviços financeiros).

 

Em declarações aos jornalistas, a presidente do CDS-PP defendeu também que a descentralização administrativa deve avançar acompanhada dos meios necessários para que os municípios prossigam as suas funções.

 

"Para nós é muito importante ter a certeza de que aquilo que é transferido é transferido com os meios necessários para que, depois, os municípios possam prosseguir as suas funções. E não excluímos que, em muitos casos, os municípios que se sentem em condições para assumir determinadas funções certamente que as assumem", disse a dirigente centrista.




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