Ajuda Externa Daniel Bessa diz que é cada vez mais “urgente” renegociar a dívida

Daniel Bessa diz que é cada vez mais “urgente” renegociar a dívida

Economista defende que, para ganhar credibilidade acrescida, é preciso lançar imposto sobre património – impostos bancários e sobre carteiras de valores mobiliários.
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Rita Faria 12 de novembro de 2013 às 12:43

Daniel Bessa defendeu, esta terça-feira, que Portugal deve renegociar a dívida, e que, para isso, é preciso ganhar uma credibilidade acrescida. Segundo o economista, essa credibilidade podia ser conquistada com o lançamento de um novo imposto.

 

“Portugal não tem condições (de renegociar a dívida) sem lançar um imposto pesado sobre o património, impostos bancários e sobre carteiras de valores mobiliários”, sugeriu.

 

Para renegociar a dívida “é preciso alguma credibilidade acrescida”. “O ajustamento tinha de ir mais fundo”, reforçou Bessa na Conferência Anual da Ordem dos Economistas.

 

O economista considera que a renegociação da dívida “é inevitável” e que esse momento “tem de chegar”. “Não sei qual é o dia certo para pôr isso em cima da mesa, mas há cada vez mais urgência para que esse dia chegue”, acrescentou.

 

O antigo ministro da Economia acredita que essa negociação “melhoraria as condições de execução orçamental”.

 




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