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Descontos dos imigrantes para Segurança Social garantem défice de 1,1%

Os descontos dos imigrantes para a Segurança Social deverão representar o maior contributo para o esperado excedente na Segurança Social em 2001, que deverá ser suficiente para garantir a meta de défice orçamental de 1,1%, noticiou o «Diário Económico».

João Mata 01 de Setembro de 2001 às 10:58
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Os descontos dos imigrantes para a Segurança Social deverão situar-se entre os 280 e os 315 milhões de euros (56 e 63 milhões de contos), efectuando o maior contributo para o esperado excedente na Segurança Social em 2001, que deverá ser suficiente para garantir a meta de défice orçamental de 1,1%, noticiou o «Diário Económico».

No primeiro trimestre deste ano, foi efectuada a legalização de mais de 93,5 mil trabalhadores estrangeiros, oriundos na sua maioria de países do Leste europeu, o que aumentou o número de pessoas a contribuir para o sistema de Segurança Social.

Estendendo o nível de contribuição média destes trabalhadores no decorrer dos primeiros três meses do ano aos restantes trimestres de 2001, os cálculos apontam para um aumento nas contribuições que poderá chegar aos 315 milhões de euros (63 milhões de contos), segundo a mesma fonte.

O secretário de Estado do Orçamento, Rui Coimbra, adiantou esta semana, em entrevista ao «Jornal de Negócios», que as contribuições para a Segurança Social deverão crescer em cerca de 10% este ano, acima das estimativas iniciais que apontavam para um aumento de 6,5%.

Segundo aquele responsável, este excedente deverá ser suficiente para contrabalançar uma eventual derrapagem nas contas do Estado no corrente ano, permitindo a obtenção de um défice orçamental de 1,1%, a meta assumida pelo Governo junto da União Europeia (UE), no âmbito do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC).

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