Zona Euro Desemprego na Zona Euro mantém-se em 8,6% em Janeiro

Desemprego na Zona Euro mantém-se em 8,6% em Janeiro

A taxa de desemprego na Zona Euro manteve-se no valor mais baixo desde Dezembro de 2008, enquanto na União Europeia ficou estável em 7,3%.
Desemprego na Zona Euro mantém-se em 8,6% em Janeiro
Bloomberg
Rita Faria 01 de março de 2018 às 10:08

A taxa de desemprego na Zona Euro fixou-se em 8,6%, em Janeiro, estável em relação a Dezembro e abaixo dos 9,6% de Janeiro do ano passado, revela o Eurostat esta quinta-feira, 1 de Março. Este é o nível mais baixo desde Dezembro de 2008.

Também na União Europeia, a taxa de desemprego se manteve estável num mínimo de Outubro de 2008, em 7,3%, o mesmo valor registado em Dezembro. Um ano antes, em Janeiro de 2017, a taxa de desemprego no bloco regional estava nos 8,1%.

Segundo os dados do Eurostat, entre os Estados-membros da União Europeia, as taxas de desemprego mais baixas foram registadas na República Checa (2,4%), Malta (3,5%) e Alemanha (3,6%) enquanto as mais elevadas foram observadas na Grécia (20,9%, em Novembro de 2017) e Espanha (16,3%).

Em comparação com o mesmo mês do ano passado, o desemprego desceu em todos os Estados-membros. As descidas mais acentuadas foram registadas em Chipre, Grécia, Croácia, Espanha e Portugal, onde o desemprego caiu, em Janeiro, para 7,9%.

Desemprego jovem desce para 17,7% na área do euro

O desemprego entre os jovens com idade inferior a 25 anos desceu tanto na Zona Euro como na União Europeia. Os dados do Eurostat mostram que, em Janeiro deste ano, 3.646 milhões de jovens estavam desempregados, dos quais 2.535 milhões na Zona Euro. 

Em comparação com Janeiro de 2017, o desemprego jovem caiu em 333 mil na União Europeia e em 280 mil na Zona Euro. A taxa de desemprego jovem desceu para 16,1% na UE e para 17,7% na região da moeda única, o que compara com 17,6% e 19,9%, respectivamente, em Janeiro de 2017. 


(Notícia actualizada às 10:25)




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mais votado Anónimo 01.03.2018

Nisto Poortugal geringonceiro mantém-se na média. Na criação de valor é que é mais difícil. Não se decreta.

comentários mais recentes
Anónimo 01.03.2018

Temos mais desemprego, mas temos um euro mais forte do que o dollar; so` nisso, ja` val a pena !

Anónimo 01.03.2018

Em relação às economias e sociedades mais avançadas, os pobres portugueses são mais miseráveis e os ricos portugueses são mais desprovidos de capacidade para criar riqueza de modo perene e sustentável, tornando-os por isso em ricos miseráveis, porque, em Portugal, se instituiu um sistema que quer à viva força levar toda a gente para a classe média mesmo sem que essa gente crie qualquer valor nas condições de mercado. E assim se vive, neste Poortugal que se decretou, de subsídio europeu em subsídio europeu e de resgate internacional em resgate internacional.

Anónimo 01.03.2018

Nisto Poortugal geringonceiro mantém-se na média. Na criação de valor é que é mais difícil. Não se decreta.

Anónimo 01.03.2018

Boa Centeeeeeeeeeeeeeeeeeno!

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