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Dinamarca garante depósitos bancários

A Dinamarca vai garantir todos os depósitos bancários num acordo com as entidades de concessão de crédito comercial do país. Os bancos comerciais vão fornecer cerca de 35 mil milhões de coroas dinamarquesas (4,69 mil milhões de euros) nos próximos dois anos a um fundo para assegurar os depositantes em situação de perdas.

06 de Outubro de 2008 às 11:03

A Dinamarca vai garantir todos os depósitos bancários num acordo com as entidades de concessão de crédito comercial do país. Os bancos comerciais vão fornecer cerca de 35 mil milhões de coroas dinamarquesas (4,69 mil milhões de euros) nos próximos dois anos a um fundo para assegurar os depositantes em situação de perdas.

De acordo com o comunicado do Ministério da Economia dinamarquês divulgado no seu site, e citado pela agência Bloomberg, o governo dinamarquês e as instituições financeiras do país chegaram a acordo para constituir um fundo que será constituído pelos bancos comerciais que, nos próximos dois anos, irão providenciar 4,69 mil milhões de euros.

O sector vai pagar imediatamente 10 mil milhões de coroas dinamarquesas (1,34 mil milhões de euros) ao fundo de garantia e conceder uma comissão anual de 7,5 mil milhões de coroas dinamarquesas (mil milhões de euros). Se for necessário, os bancos aumentarão o montante total em 10 mil milhões de coroas (1,34 mil milhões de euros).

O Danske Bank, a maior instituição hipotecária do país, já anunciou que irá cobrir cerca de um terço dos custos relacionados com o acordo, enquanto o Nordea Bank vai pagar cerca de um quinto.

Segundo avança a agência noticiosa, esta soma (4,63 mil milhões de euros) é equivalente a 2% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Com base neste acordo, os bancos não poderão pagar dividendos aos accionistas ou compras acções próprias.

No últimos mês, seis bancos regionais dinamarqueses colapsaram, foram comprados, ou colocados à venda. Segundo 39 dos 45 economistas consultados pela agência Bloomberg, mais bancos pequenos podem falir dentro de um ano.

Esta é mais uma intervenção governamental europeia, na sequência do intensificar da crise financeira que, na semana passada, chegou às instituições do Velho Continente. A Dinamarca torna-se, assim, o mais recente país europeu a intervir para promover a estabilidade dos seus mercados financeiros.

Na Alemanha, o governo e os bancos e seguradoras do país acordaram ontem num pacote de resgate, no valor de 50 mil milhões de euros, do banco alemão Hypo Real Estate, após um primeiro plano de emergência que caiu por terra no sábado.

Os líderes europeus que se reuniram, este fim-de-semana, em Paris onde se comprometeram em resgatar os seus bancos nacionais.

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