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Dormidas e receitas turísticas crescem em Outubro

As dormidas e as receitas no sector turístico aumentaram em Outubro. O crescimento das dormidas foi influenciado pelo aumento dos não residentes, uma vez que os residentes registaram uma queda superior a 5,5% face ao mês homólogo.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 13 de Dezembro de 2005 às 17:18
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As dormidas e as receitas no sector turístico aumentaram em Outubro. O crescimento das dormidas foi influenciado pelo aumento dos não residentes, uma vez que os residentes registaram uma queda superior a 5,5% face ao mês homólogo.

«No período de Janeiro a Outubro de 2005, os estabelecimentos hoteleiros classificados registaram 31,8 milhões de dormidas, mais 4,1% do que em igual período de 2004», segundo os dados preliminares divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). No mês de Outubro o aumento foi de 2,7%, correspondendo a 3,1 milhões de dormidas.

A Região Autónoma dos Açores foi a região que registou o maior crescimento com um aumento de 31,3%, seguida pelo Algarve (3,7%) e por Lisboa (3,1%). O Alentejo e o Centro registaram quebras.

«Por tipo de estabelecimento, verificaram-se acréscimos homólogos das dormidas nas estalagens (10,5%), nos hotéis-apartamentos (7,8%), nos aldeamentos turísticos (5,6%), nos hotéis (4,8%), e nas pousadas (0,7%). Os motéis, os apartamentos turísticos e as pensões evidenciaram tendência contrária, com reduções de 10,3%, 8,9% e 5,0%, respectivamente», de acordo com a mesma fonte.

Os residentes registaram uma queda de 5,7% nas dormidas enquanto os não residentes contrariaram esta tendência ao subir 6,1%. Os principais mercados emissores foram o Reino Unido, a Alemanha, a Espanha, os Países Baixos, a França e a Irlanda, que concentraram 74,2% das dormidas dos estrangeiros não residentes.

Os proveitos totais atingiram os 138,7 milhões de euros e os de aposentos 91,4 milhões de euros, valores que correspondem a aumentos de 3% e 2,9%, respectivamente.

Entre Janeiro e Outubro, os proveitos totais atingiram os 1,4 mil milhões de euros, um aumento de 0,1% face ao período homólogo. Os proveitos de aposento atingiram os 950,2 milhões de euros, correspondendo a uma quebra de 1,0%, relativamente ao período homólogo do ano anterior.

A taxa de ocupação-cama situou-se nos 38,2%, o que representou um decréscimo de 0,6 pontos percentuais.

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