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Dormidas em estabelecimentos hoteleiros crescem 1,5% em Junho

As dormidas em estabelecimentos hoteleiros cresceram 1,5% em Junho deste ano face ao período homólogo. O aumento é justificado por uma subida de 14,1% das dormidas dos residentes, enquanto as dos não residentes diminuiram 3,1%, segundo os dados hoje divul

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 09 de Agosto de 2005 às 11:00
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As dormidas em estabelecimentos hoteleiros cresceram 1,5% em Junho deste ano face ao período homólogo. O aumento é justificado por uma subida de 14,1% das dormidas dos residentes, enquanto as dos não residentes diminuiram 3,1%, segundo os dados hoje divulgados pelo instituto Nacional de estatísticas (INE).

Em Junho de 2005, registaram-se 3,4 milhões de dormidas nos estabelecimentos hoteleiros classificados, o que representou uma variação homóloga positiva de 1,5%.

Por regiões, a Região Autónoma dos Açores foi a que registou o maior acréscimo, de 36,1% face ao período homólogo e a Madeira aumentou as dormidas em 12,0%. No Continente apenas o Algarve observou uma subida, enquanto as restantes regiões tiveram uma queda nas dormidas, em parte devido ao facto de não se terem repetido acontecimentos com o Euro2004, este ano.

Por tipo de estabelecimento, observaram-se variações homólogas positivas nos hotéis-apartamentos (15,3%), nas pousadas (8,8%) e nos hotéis (5,5%). Os decréscimos de maior importância registaram-se nos motéis (-19,5%), nas pensões (-14,8%) e nos apartamentos turísticos (-10,7%), segundo o INE.

Os residentes em Portugal originaram 1,0 milhões de dormidas, o que se traduziu num acréscimo homólogo 14,1%. Os não residentes deram origem a 2,4 milhões de dormidas, correspondendo a uma redução de 3,1%, em comparação com o período homólogo de 2004.

Em Junho, os principais mercados emissores de turistas foram o Reino Unido, Alemanha, Países Baixos, Espanha e Irlanda, que representaram 71,0% das dormidas dos não residentes.

Proveitos caem quase 18% em Junho

No mês de Junho de 2005, os proveitos totais atingiram 158,4 milhões de euros e os de aposento 106,1 milhões de euros, representando decréscimos homólogos de
17,9% e 26,9%, respectivamente.

No primeiro semestre de 2005, as vendas totais atingiram os 685,9 milhões de euros e os de aposento 451,7 milhões de euros, traduzindo-se em variações homólogas negativas de 4,7% e 7,1%, respectivamente, de acordo com a mesma fonte.

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