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Durão Barroso rejeita apelos de França e Alemanha para «super-comissário»

Durão Barroso, indigitado presidente da Comissão Europeia, rejeitou hoje o apelo da França e da Alemanha com vista à criação do cargo de «super comissário». O antigo primeiro-ministro português, no Parlamento Europeu, prometeu ainda que o próximo Executiv

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 21 de Julho de 2004 às 16:07
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Durão Barroso, indigitado presidente da Comissão Europeia, rejeitou hoje o apelo da França e da Alemanha com vista à criação do cargo de «super comissário». O antigo primeiro-ministro português, no Parlamento Europeu, prometeu ainda que o próximo Executivo de Bruxelas terá a maior percentagem de mulheres de sempre.

Durão Barroso discursou hoje no Parlamento Europeu, onde amanhã deverá ser eleito presidente da Comissão Europeia. «Não haverá comissários de primeira e segunda classe na Comissão que eu vou liderar», disse Durão Barroso.

A França e a Alemanha apoiaram a indigitação de Durão Barroso para suceder a Prodi como presidente da Comissão Europeia, mas contam com a criação do cargo de super comissário e atribuição de pastas de peso aos responsáveis dos seus países.

A Alemanha até já pensou em indicar Verheugen, actualmente Comissário do Alargamento, para o referido cargo de «super comissário». O Governo francês quer designar Jacques Barrot para Comissário da Concorrência.

Mas Barroso promete hoje que não vai deixar os grandes países monopolizarem os cargos de topo e que vai exercer o poder que tem acerca da escolha dos futuros comissários.

Barroso garantiu ainda que a futuro executivo de Bruxelas, composto por 25 comissários, terá maior percentagem de sempre de mulheres até hoje.

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