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Economia dos Estados Unidos deverá crescer 4,5% no primeiro semestre

A economia dos Estados Unidos da América vai expandir-se 4,5%, no primeiro semestre deste ano, num crescimento superior ao previsto há um mês, uma vez que o crédito fiscal leva os consumidores a gastarem mais, segundo economistas consultados pela Bloomber

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 09 de Março de 2004 às 15:33
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A economia dos Estados Unidos da América vai expandir-se 4,5%, no primeiro semestre deste ano, num crescimento superior ao previsto há um mês, uma vez que o crédito fiscal leva os consumidores a gastarem mais, segundo economistas consultados pela Bloomberg.

Os economistas aumentaram as suas previsões de crescimento económico americano de 4,2% para 4,5%, para o período que vai de Abril a Junho. As previsões dos mesmos apontam para que a economia se expanda em pelo mesmo 4% em cada trimestre deste ano, o que, a acontecer, seria uma situação que não se verifica desde 1983.

Os gastos de consumo vão crescer para um ritmo anual de 3,9%, no próximo trimestre, contra os 3,6% do actual, uma vez que o crédito fiscal concedido pelo governo federal aumentou, explicaram os economistas.

O rápido crescimento económico vai levar a uma diminuição no desemprego para 5,4%, nos últimos três meses do ano.

A previsão para o crescimento do PIB de 2004 permanece inalterada nos 4,6%, naquele que poderá ser o maior crescimento desde 1984. Os gastos de consumo vão aumentar 3,8%.

A taxa de desemprego será de 5,6% no primeiro semestre do ano, em linha com a previsão anterior para Janeiro e Fevereiro, antes de ter caído 5,5% no terceiro trimestre e 5,4% nos últimos três meses de 2003.

Em Fevereiro, a economia americana adicionou 21 mil postos de trabalho, anunciou o Departamento do Trabalho, sexta-feira última, apenas um sexto do esperado pelos analistas consultados pela Bloomberg.

A maior economia do mundo já eliminou 2,3 milhões de postos de trabalho em três anos, o que suscitou crítica a George W. Bush, nomeadamente do senador de Massachussetts, John F.Kerry, que acusou o presidente dos Estados Unidos da América de não criar empregos.

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