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Economia espanhola cresce 2,4% em 2003

A economia espanhola expandiu-se 2,4%, em 2003, contra os 2% de crescimento do ano anterior, impulsionada pela firme evolução da procura interna, anunciou hoje o Banco de Espanha.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 03 de Fevereiro de 2004 às 12:04
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A economia espanhola expandiu-se 2,4%, em 2003, contra os 2% de crescimento do ano anterior, impulsionada pela firme evolução da procura interna, anunciou hoje o Banco de Espanha.

Segundo a mesma entidade, a economia espanhola cresceu, no quarto trimestre de 2003, 2,6% em termos anuais e 0,7%, face ao trimestre anterior.

"Estima-se que a economia espanhola registe uma taxa de crescimento do seu Produto Interno Bruto (PIB) de 2,4%, em 2003, quatro décimas percentuais acima do ano anterior", informou o Banco Central espanhol, no relatório trimestral de Janeiro sobre a economia do país.

O relatório revela que a procura interna cresceu, em 2003, a uma taxa aproximada dos 3,2%, superando em mais de meio ponto percentual a verificada no ano anterior.

No entanto, as exportações aumentaram, em aproximadamente três décimas, a sua contribuição negativa, penalizando o crescimento do produto real em nove décimas percentuais, em 2003. O Banco de Espanha assinalou que a expansão do consumo público e privado e do investimento na construção foram os eixos sobre os quais se basearam "o dinamismo e a economia do passado ano".

Para além disso, a instituição também destacou, de forma muito particular, um início na recuperação do investimento em bens de equipamento.

"Aquilo que se destaca, de forma indiscutível, é o início da recuperação do investimento, bem como a força notável dos fluxos comerciais com o exterior, de tal forma que as exportações ganharam quota nos nossos mercados exteriores e as importações atingiram uma maior proporção do mercado interno", explica o relatório.

A nível global, a instituição espanhola afirmou que a economia do país manteve um ritmo de crescimento sustentado durante todo o ano, sem que se tenham mudado "significativamente" as componentes internas.

"Os comportamentos mais dinâmicos tiveram lugar em áreas, onde a presença de produtos espanhóis é, relativamente, mais reduzida, como pode ser o caso da economia norte-americana", assinalou o Banco Central espanhol no relatório.

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