Função Pública Educação e câmaras com a maior subida de pessoal
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Educação e câmaras com a maior subida de pessoal

O número de funcionários cresceu pelo terceiro ano consecutivo. O maior contributo absoluto veio das escolas do ensino básico e das câmaras municipais, em ano de eleições autárquicas.
Educação e câmaras com a maior subida de pessoal
Ministério da Educação Governo
Catarina Almeida Pereira 15 de fevereiro de 2018 às 22:41

As escolas do ensino básico e secundário e os municípios deram o maior contributo absoluto para o aumento do número de trabalhadores do Estado, que em 2017 subiu pelo terceiro ano consecutivo.

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mais votado Anónimo 16.02.2018

Entretanto, dos EUA ao Reino Unido, há 3 anos que o número de funcionários do universo do Estado não se afasta dos mínimos históricos que já não se viam desde a década de 1960 no primeiro caso, e desde a Segunda Guerra Mundial no segundo. Assim se explica a riqueza e a pobreza das nações. https://blogs.wsj.com/economics/2014/11/07/the-federal-government-now-employs-the-fewest-people-since-1966/ https://www.thetimes.co.uk/article/job-cuts-to-shrink-civil-service-to-1940s-size-5blwv2z6qmd

comentários mais recentes
Anónimo 16.02.2018

Para que se contratam mais professores se há cada vez menos alunos???!!!!

Anónimo 16.02.2018

Os funcionários do sector público, tantos não raras vezes excedentários de carreira à prova de mercado, criaram para o agregado do seu grupo, feito de justos e de pecadores, um iníquo e insustentável sistema de subsídios financiado pelo orçamento de Estado e suportado em grande parte por extorsão fiscal continuada, a que poucos cidadãos para além daqueles têm ou terão acesso num sistema político-legal como o português.

Anónimo 16.02.2018

Ao contrário da situação nos países ricos e desenvolvidos, o excedentarismo em países atrasados, cheios de pobreza, miséria e subdesenvolvimento, como na África Subsariana, é desprezável, ou um mal necessário, na medida em que como não existe um sistema público de segurança social nem outras estruturas do Estado de Bem-Estar Social, o excedentarismo acaba por cumprir, ainda que de forma parcial e muito limitada, as mais fundamentais e estruturantes funções sociais dos Estados de Bem-Estar Social já bem estabelecidos no Primeiro Mundo. No Primeiro Mundo, onde existem condições para criar valor do mais elevado quilate, mesmo com escassez de recursos naturais, o excedentarismo, nas organizações públicas e privadas, é um cancro económico e social que extrai valor do Estado, incluindo o Estado Social, da economia e da sociedade, tendo por isso que ser combatido sem piedade, a par com os flagelos da corrupção política, do compadrio e demais formas de cleptocracia instituída anti-mercado.

Anónimo 16.02.2018

As cidades dos EUA que faliram concederam aos sindicatos de várias classes profissionais do município o equivalente ao que as regras laborais no país da constituição do PREC oferece como direito adquirido a toda e gente. Por isso acabaram por falir como só os tolinhos sabem fazer e defendem. Mas depois, e há sempre um antes e um depois, cortaram forte nos privilégios irrealistas que antes tinham tido a audácia de má memória de conceder. Da polícia aos bombeiros passando pelos serviços administrativos da câmara municipal, ninguém ficou sem corte de salário, bónus e pensões de reforma e os despedimentos também andaram na ordem do dia que os colaboradores eram mais do que aquilo que a procura e a tecnologia existente podiam justificar. Outras cidades, antes mesmo de falirem, perderam a tolice e começaram a ganhar juizinho seguindo o exemplo da reestruturação de Detroit ou Vallejo (cortes nas generosas pensões e nos efectivos em excesso). Os bancos também atinaram e deixaram de colaborar.

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